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terça-feira, 11 de novembro de 2008

Recordações do passado (LXXV)









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Colmeal, década de 80. Aspectos vários da procissão passando ao Estreitinho, perto do Centro Paroquial Padre Anselmo.
Jovens levam os andores com a Senhora de Fátima, São José e Santo António. São Sebastião, padroeiro da freguesia, percorre também as ruas do Colmeal.
Manuel Gomes de Carvalho e Artur Domingos da Fonte ajudam a levar o Senhor da Amargura, tendo por perto a presença do seu mordomo Manuel Domingues.

Fotos cedidas por António Marques de Almeida (Tonito)

domingo, 9 de novembro de 2008

Recordações do passado (LXXIV)



Quem serão estes visitantes, que tendo como fundo a aldeia do Colmeal, um dia se deixaram fotografar na Portela, em 1980?...
Fácil. Quem não os conhece?...
Participe com o seu comentário e aproveite para os identificar.

Foto cedida por António Marques de Almeida (Tonito)

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Fotografias de ontem...(3)



Quem será a criancinha que no ano de 1980 se deixou fotografar junto deste "espada" ao Estreitinho?...
Será que se está a ver agora aqui no blogue?...

Foto cedida por António Marques de Almeida (Tonito)

Recordações do passado (LXXIII)



Outro aspecto da procissão passando no Largo D. Josefa das Neves Alves Caetano. Repare-se no empedrado novo do largo, nos paralelepípedos que muito custaram a transportar desde o Ventoso, em carros de bois.

Foto cedida por Isabel Almeida Martins

Recordações do passado (LXXII)



Reconhecemos Mário de Almeida, Aires Joaquim da Costa e António Ferreira Ramos. Mais atrás a Filarmónica. A tabuleta, lá mais para o fundo, indica que o telefone público estava instalado na casa dos Almeida Freire. Telefone público, um dos benefícios que a União Progressiva conseguiu levar para o Colmeal, quebrando um pouco o isolamento em que se vivia.
Quem se recorda do telheiro que existia ao fundo da calçada para o Soladinho? E dos telhados de loisa preta que hoje são uma recordação?

Foto cedida por Isabel Almeida Martins

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Recordações do passado (LXXI)




Procissão em dia de festa no Colmeal. Corria a década de 70. Janelas cheias de pessoas e engalanadas. Esta fotografia não seria possível nos dias de hoje e todos sabemos porquê.

Foto cedida por Isabel Almeida Martins

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Recordações do passado (LXVIII)



Olhando um pouco mais para a zona central da aldeia, e apesar de apenas terem passado seis anos desde a fotografia anterior, os telhados de xisto desapareceram como que por encanto. Os meios de comunicação viária que foram tirando o Colmeal do isolamento, permitiram um mais fácil transporte de materiais para uma renovação das casas e melhorias de condições de habitabilidade.
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Foto cedida por António Marques de Almeida (Tonito)

Recordações do passado (LXVII)



Vista parcial do Colmeal de há 45 anos. Casas de pedra escura e telhados de ardósia resistindo ainda por entre outras casas já recuperadas. Sinais dos tempos e da melhoria de vida de alguns.

Foto cedida por António Marques de Almeida (Tonito)

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Colmeal - Ponte - Agosto de 1975



Por estes anos e se repararem noutras fotografias, o grupo pouco difere, o que demonstra a forte amizade que os unia.
Alguns fizeram parte da Comissão de Juventude e outros asseguravam já o desempenho em diversos órgãos sociais da União Progressiva. Tendo como cenário de fundo a "praia fluvial da Ponte", encontramos sentados no muro, a Guilay, Cecília Barata, António Faria, Fernando Pinto Caetano, Maria Antonieta Fontes e Genita.
Em baixo, de cócoras ou sentados no chão, Fernando Marques Santos, Maria Lucilia, Matilde Anacleto, Manuela Costa, Zé Tó e Paula Barata.

Foto cedida por Maria Manuela Costa

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Recordações do passado (LXIV)




Colmeal 1963. Dia de festa e de procissão. O Senhor da Amargura a caminho da sua capelinha. Com Fernando Costa em primeiro plano.

Foto cedida por António Marques de Almeida (Tonito)

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Pascoa 1974

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(clicar na imagem para ampliar)

Numa das entradas da povoação, ao tempo ladeada apenas por alguma vegetação nas bermas, temos um grupo mais alargado de jovens que fazia teatro, cantava o fado, passava modelos, enfim, um grupo dinâmico que maravilhava as gentes do Colmeal com as suas "habilidades e gracinhas" que enchiam por completo o salão do Centro Paroquial.
Recordamos António Almeida Brás, José Manuel Costa Ramos, José Manuel Coelho, Génita, Maria Lucilia Pinto, Aurora Brás, José Manuel, Manuela Costa, Paula Barata, Maria Antónia Neves, Carlos Costa e Silva, Rosa Neves, Xana, Leonor Brás, António Faria, Antonieta Fontes e Fernando Caetano.
Faltam nomes como de costume. Pretendemos a sua colaboração e sabemos que nos vai ajudar.
E deixamos a sacramental pergunta de sempre. O que farão estes jovens nos tempos de hoje?

Foto cedida por Maria Manuela Costa

Recordações do passado (LXI)



No seu pequeno pátio fronteiro à casa, qual miradouro privilegiado para um Colmeal ainda de casas negras e telhados de ardósia, Maria do Céu Domingues numa fotografia cuja data não podemos precisar.
Teve três filhos, o Horácio, a Celestina e o Artur. Foi casada com Manuel da Fonte, também conhecido como "Barreiras", vitimado num acidente de viação.
Maria do Céu, que nos deixou em Maio de 2002, era irmã gémea de Manuel Domingues.

Foto cedida por Artur D. da Fonte

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Recordações do passado (LVIII)




1952. Quando a estrada Rolão-Colmeal se ficava pelo Carvalhal. Carro atulhado com malas até mais não caber. Tempos em que tudo se tinha que trazer/levar para o período de férias (para uns) ou de trabalho (para outros).
Para além de Maria Preciosa e Maria Urbana Henriques sabe quem são os outros? Ficamos a aguardar pela sua contribuição para complementar a nossa informação. Repare bem nas caras e vai ver que não é difícil.

Foto cedida por António Marques de Almeida (Tonito)

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Campanhas de Dinamização em 1975



(clique na foto para ampliar)

Trinta e três anos se passaram desde as Campanhas de Dinamização do MFA (Movimento das Forças Armadas) que também passaram pelo Colmeal, no ano de 1975, para contactos com a população.
Neste caso e após mais uma sessão de esclarecimento, dirigentes da União e jovens alunos da escola primária com a sua professora.
Reconhecem-se Zé Tó, Manuela Costa, Professora, Tonito, Cecília Barata, Fernando Marques dos Santos, Paula Barata, Fátima e Céu Geraldes, Carminda, Lurdes, Guilhermina, Lena (Sobral), Paula Maria, João e José Vicente (actualmente radicados na Suíça), Quiti e Jojó.
Por onde andarão e o que farão estes "meninos e meninas" passados todos estes anos?
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Foto cedida por Manuela Ferreira da Costa

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Colmeal a preto e branco





Lembram-se? Depois foi reinventado, melhorado, desfigurado e também maltratado.
Mas pelos anos cinquenta/sessenta do século passado, o Colmeal era assim.

Fotos cedidas por Maria do Carmo Costa

sábado, 20 de setembro de 2008

Colmeal em dia de festa




(clique nas fotos para ampliar)

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A procissão percorrendo as ruas de um Colmeal que nos dias de hoje temos muita dificuldade em reconhecer. Já passaram cerca de sessenta anos depois destas fotografias terem sido tiradas. Seria assim o Estreitinho? Seria assim a proximidade do então Largo da Fonte?
Crianças alinhadas e compenetradas no dia da sua comunhão. Rapazes e raparigas ocupando os seus respectivos lugares nesta procissão que se repete ano após ano. Mas agora com muito menos crianças.
Atrás do pálio sob o qual vai o sacerdote levando a Cruz, seguem as fogaças. Broa, milho, feijão, queijos, enchidos, presunto, azeite, mel. Em cestas, à cabeça de mulheres. Algumas vieram das aldeias distantes da freguesia. Serão leiloadas no adro da igreja em benefício dos vários santos. Depois, a filarmónica e atrás o povo crente na sua devoção e nas suas orações.
Reconhecem-se os saudosos Padres Américo Braz da Costa e André de Almeida Freire.

Fotos cedidas por Rui Fernandes de Almeida

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Jovens no rio



Pelos anos quarenta alguns jovens posavam para a fotografia que hoje aqui vos trazemos. Fato de banho da época e umas botas das que se usavam "para todo o serviço". Para ir ao mato, à missa ou para ir à festa. Ténis de marca ou havaianas eram coisas ainda não inventadas.
Será que além do banho aproveitavam para apanhar uns peixinhos? Que eram tão bons. Bem fritinhos.
Julgamos reconhecer o banhista da direita, Alberto Fontes. E os outros?
Será que as fragas são as da Cortada?

Foto cedida por António Marques de Almeida (Tonito)

Almoço da União



Esta fotografia reporta-nos aos primeiros anos da década de sessenta. Almoço comemorativo de um aniversário da União Progressiva da Freguesia do Colmeal.
Reconhecemos Horácio Nunes dos Reis, (?), Manuel Francisco Braz, Armando Nunes dos Reis, Abel dos Santos, Fernando Henriques da Costa, Alfredo Marques da Costa, Manuel Martins Barata e António Marques da Costa. Arminda Neves Domingos Santos, Maria do Carmo Canelas Costa, Maria Urbana Henriques, Celeste Cecília Lopes de Oliveira Barata e Manuel Braz das Neves. De todos, apenas quatro se encontram entre nós.
Naquele tempo só os homens desempenhavam cargos nos diversos órgãos da colectividade. Nas outras terras acontecia o mesmo.
Os que recordamos com saudade nesta fotografia, todos eles se esforçaram nos vários lugares por onde foram passando ao longo dos anos. E eram tempos bem mais difíceis. Havia a estrada para trazer até à aldeia, a luz para substituir o candeeiro a petróleo, o cântaro da água que se queria abandonar e tantas outras necessidades que foram eliminando uma após outra.

Os pioneiros, os fundadores, aqueles que enfrentaram as primeiras grandes dificuldades e as venceram, já não estão entre nós. O seu trabalho tem sido continuado, em diferentes moldes porque os tempos são outros, por outras gerações. Vamos continuar a desenvolver esforços para que a União mantenha o lugar a que tem direito no regionalismo serrano.

UPFC

Fotografia cedida por António Marques de Almeida (Tonito)

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Neve no Colmeal





Balada da Neve (Augusto Gil)

Batem leve, levemente,
como quem chama por mim.
Será chuva? Será gente?
Gente não é, certamente
e a chuva não bate assim.

É talvez a ventania:
mas há pouco, há poucochinho,
nem uma agulha bulia
na quieta melancolia
dos pinheiros do caminho...

Quem bate, assim, levemente,
com tão estranha leveza,
que mal se ouve, mal se sente?
Não é chuva, não é gente,
nem é vento com certeza.

Fui ver. A neve caía
do azul cinzento do céu,
branca e leve, branca e fria...
– Há quanto tempo a não via!
E que saudades, Deus meu!

Olho-a através da vidraça.
Pôs tudo da cor do linho.
Passa gente e, quando passa,
os passos imprime e traça
na brancura do caminho...

Fico olhando esses sinais
da pobre gente que avança,
e noto, por entre os mais,
os traços miniaturais
duns pezitos de criança...

E descalcinhos, doridos...
a neve deixa inda vê-los,
primeiro, bem definidos,
depois, em sulcos compridos,
porque não podia erguê-los!...

Que quem já é pecador
sofra tormentos, enfim!
Mas as crianças, Senhor,
porque lhes dais tanta dor?!...
Porque padecem assim?!...

E uma infinita tristeza,
uma funda turbação
entra em mim, fica em mim presa.
Cai neve na Natureza
– e cai no meu coração.


Muitos de nós ao olharmos para estas fotografias tiradas no Colmeal em 1980, trazemos à memória e recordamos os belos versos de Augusto Gil, que aprendíamos na escola. Outros que não passaram pelos seus bancos, recordam certamente o que passaram pelos montes e vales atrás do gado ou a roçar um molho de mato.

Fotos cedidas por António Marques de Almeida (Tonito)
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UPFC

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Colmeal do século passado




Cada vez são menos os que se recordam do Colmeal com as suas casas de xisto e os seus telhados de loisa.
Olhemos para esta fotografia dos anos cinquenta e comparemo-la com a realidade.
Que diferença! E que saudade!...

Foto cedida por Diogo Correia