quarta-feira, 25 de junho de 2008
quinta-feira, 19 de junho de 2008
Recordações do passado (XLV)
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Manuel Antunes de Almeida, antigo residente no Colmeal que foi condecorado com a medalha de ouro na guerra da Índia em 1916.
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Manuel Antunes de Almeida em duas fotografias nos anos vinte do século passado, na década da grande depressão, em Filadélfia (Estados Unidos da América).
Fotos cedidas por Diogo Freire Correia
terça-feira, 17 de junho de 2008
Recordações do passado (XLIV)
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Arminda Fontes foi casada com Joaquim Fontes de Almeida, primeiro presidente da Direcção da União e um dos seus fundadores. A sua memória está perpetuada numa rua da aldeia do Colmeal. Foi também mãe de outro grande regionalista, António Santos Almeida (Fontes).
Juventude nas Seladas/Páscoa
(Anos 70)
Rosa, Carlos, Tonito, Conceição, Cidália, Helena e Ana Pinho (Em cima (Esq. P/ Direita)
José Pinho, Rui, Leonor, Fernanda Costa e Luísa Costa (Em Baixo (Esq. P/ Direita)
Foto cedida por António Marques Almeida (Tonito)
Andebol Feminino - a outra equipa
(Anos 70)
NOÉMIA, GUILAY, LUCÍLIA, AURORA e IDALINA (Em cima /Esq. P/ Direita)
CONCEIÇÃO, PAULA e EUGÉNIA (Em baixo)
quinta-feira, 5 de junho de 2008
Um HOMEM da União

Inicia o seu percurso na União Progressiva da Freguesia do Colmeal como 2.º Secretário da Assembleia-Geral, em 30 de Junho de 1935, numa assembleia magna presidida por Joaquim Francisco Neves e secretariada por Manuel Braz das Neves e Manuel Martins. Nesse mesmo dia foram consigo eleitos para o órgão máximo da colectividade, Marcelino Francisco de Almeida, José dos Santos Almeida e Manuel Braz das Neves.
Manuel da Costa assumia os destinos da União com António Nunes dos Reis na Vice-Presidência. António Domingos Neves, José Maria Teixeira, António Martins Mendes, Abel de Olivença de Almeida, António Nunes Marques e Alberto de Almeida eram os restantes membros da Direcção.
Manuel João Miranda liderava o Conselho Fiscal enquanto na Delegação no Colmeal Manuel Simões da Costa era acompanhado por António de Almeida Freire e José dos Santos Almeida.
Volta a ser reeleito em 9 de Fevereiro do ano seguinte. Em 3 de Janeiro de 1937 passa para a Direcção e ocupa o lugar de 2.º Secretário. Nos dois anos seguintes "sobe" a 1.º Secretário. Manuel da Costa e António Nunes dos Reis assumiam nesse período os destinos da União. Trabalhou com António Martins Mendes, Manuel Martins, Américo da Luz Antunes, António Ferreira, João Mendes e António dos Santos Duarte, entre outros.
De 1939 a 42 regressa à Assembleia-Geral, onde nos dois primeiros anos trabalha com Manuel da Costa e no último, com Joaquim Francisco Neves. Em 1941 integrou ainda a Comissão de Festas.
Faz parte da primeira Comissão de Beneficência, aprovada em 30 de Janeiro de 1944, com Manuel da Costa, António Domingos Neves, José Henriques de Almeida e António dos Santos Duarte.
No período compreendido entre 18 de Janeiro de 1948 e 25 de Janeiro de 1952 (dia em que a União perde António Domingos Neves após doença prolongada), foi Secretário da Delegação no Colmeal. Alfredo Alves Caetano era o Presidente e Carlos Miranda, que foi do Sobral, o Vogal.
Volta a integrar como Vogal, em Maio de 1968, a Delegação no Colmeal que tinha António Nunes dos Reis ao comando. Manuel Martins da Cruz liderava a Assembleia-Geral quando António Simões Lopes assumia a presidência da Direcção e José Braz a do Conselho Fiscal.
Hoje, passados todos estes anos, um dos seus filhos, uma nora, um genro e também um neto assumem a continuação do seu trabalho em prol do regionalismo e da União Progressiva da Freguesia do Colmeal.
Estivemos a recordar António Domingos Júnior.
Fotografia cedida por Belita
quarta-feira, 4 de junho de 2008
Cobranças... difíceis...


Recordamo-lo hoje neste passe da Carris, de há sessenta anos, que aqui trazemos para lembrança dos mais antigos e para que os mais novos vejam como era a "electrónica" daqueles tempos.
Francisco Luiz foi "um dos continuadores dos precursores e fundadores da colectividade, um dos raros colmealenses que nunca desertou, mesmo nos momentos de maior crise regionalista ou associativa". Assim se lhe referia Fernando Costa numa entrevista publicada no número especial do Boletim "O Colmeal" comemorativo dos cinquenta anos da União.
Surge como membro do Conselho Fiscal com Manuel João Miranda e Manuel Nunes Pinto na primeira lista apresentada a sufrágio na Assembleia-Geral realizada em 4 de Outubro de 1931 e dirigida por Joaquim Francisco Neves, um dos fundadores da colectividade. Curiosamente, a Direcção presidida por Joaquim Fontes de Almeida, vem mais tarde a apresentar a sua demissão tendo sido nomeada uma Comissão Administrativa.
Em 1933 e 1934 desempenha o lugar de 1.º Secretário da Direcção com Manuel Nunes de Almeida e depois com Manuel da Costa. Em 38 e 39 surge como Suplente nas Direcções de António Nunes dos Reis e de Manuel da Costa. Integra a Comissão de Festas no ano seguinte e volta de novo à Direcção, agora presidida por António Domingos Neves, como 1.º Secretário em Dezembro de 1942. De Fevereiro de 1947 a finais de 1950, como 2.º Secretário trabalha nas Direcções presididas por Joaquim Francisco Neves e António Santos Almeida (Fontes). Tem um colega de Direcção, como 1.º Secretário, que mais tarde se virá a distinguir e a notabilizar no campo das letras - José de Sousa Saramago.
Volta a ocupar o lugar de 1.º Secretário com António Santos Almeida (Fontes) e depois com Manuel Martins da Cruz nos dois mandatos seguintes.
Em 1969 e 70, já no Colmeal e como Tesoureiro, integra a Delegação com o Padre Anselmo Ramos Dias Gaspar e Alfredo Pimenta Braz. De Abril de 1972 a Julho de 76, com o mesmo cargo, trabalhou de novo com o Padre Anselmo, com José Braz da Silva e com Monsenhor António Duarte de Almeida.
Vem a presidir a Delegação da União no Colmeal no período compreendido entre Março de 1982 e Junho 1990.
Em acumulação, foi cobrador desde 1939 até 1975 e apesar de em 1969 ter ido residir para o Colmeal ainda se deslocava a Lisboa para fazer a cobrança. Segundo confidenciava a Fernando Costa na entrevista atrás referida " os associados pagavam com regularidade as quotas, mas muitas vezes tínhamos que procurá-los, pois mudavam de residência e não diziam nada."
O seu nome figura numa rua da povoação do Colmeal, numa homenagem muito justa que a União Progressiva entendeu prestar-lhe ainda em vida, em 16 de Agosto de 1981.

Sempre voluntarioso, empenhado e sem regatear esforços é mais um exemplo a ser seguido pelos mais novos.
UPFC
Eduardo dos Santos Ferreira
Há sessenta e dois anos, na Assembleia-Geral realizada em 20 de Janeiro de 1946, Eduardo dos Santos Ferreira iniciava o seu longo percurso na União Progressiva da Freguesia do Colmeal, tendo sido eleito 2.º Secretário na Direcção liderada por António Domingos Neves. Teve como colegas António dos Santos Duarte, José Henriques de Almeida, Ernesto Braz, João de Almeida e Abel Nunes de Almeida, que ainda se mantém entre nós.O Conselho Fiscal presidido por Manuel da Costa integrava João Nunes de Almeida e Manuel Francisco Braz.
Manuel João Miranda assumia a presidência da Assembleia-Geral tendo como seus pares António Martins Mendes, António Martins da Silva e Alfredo Pimenta Braz.
A Delegação no Colmeal tinha Alfredo Alves Caetano no comando e era coadjuvado por Carlos Miranda e Manuel de Almeida Redondo.
No ano seguinte, já com Joaquim Francisco Neves ao leme dos destinos da União assume o lugar de Tesoureiro. Volta em Março de 1958 como Vogal da Direcção com José Henriques de Almeida. Dez anos mais tarde retoma o seu primeiro cargo com António Simões Lopes. Trabalha nos anos seguintes com Armando Nunes dos Reis e António dos Santos Almeida (Fontes) e assiste aos primeiros passos da Comissão de Juventude em 1972.
De Março de 1979 a Março de 1983 passa a ocupar o lugar de Relator no Conselho Fiscal onde trabalha com Armando Nunes dos Reis, José Braz, António Vieira Faria e António de Almeida Braz. Em 1983 assume a presidência do Conselho Fiscal, tendo Alfredo Campos de Almeida e Francisco José Carreira da Silva na equipa. Fernando Marques Neves assumia a liderança da Direcção neste período.
Entre Junho de 1988 e Junho de 1990, já no Colmeal, passa a desempenhar o cargo de Secretário da Delegação quando Henrique Braz Mendes comandava a Direcção.
Em Outubro de 1997 é convidado pelo actual Presidente da Direcção para ocupar o lugar de Tesoureiro na Delegação, cargo que desempenhou até Junho de 2005.
Com 82 anos feitos pediu para sair e dar lugar aos novos.
Um exemplo a ser seguido por todos aqueles que vão trilhando o caminho do regionalismo. Sempre disponível, sempre alegre e bem disposto (basta percorrer o nosso “Cantinho da Saudade” e confirmá-lo em algumas fotografias), sempre entusiasmado para colaborar e para estar presente nas realizações da sua União.
Com 85 anos feitos em Abril, Eduardo dos Santos Ferreira deixou-nos. A União e o Regionalismo ficaram mais pobres.
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Até sempre Eduardo!
UPFC
Colmeal - Juventude no Desporto
(clique na foto para ampliar)Em Agosto de 1972, esta era a equipa sensação do momento.
Em cima e da esquerda para a direita, Ana Martins, Helena Pinho, Cecília Barata e Rosa Neves.
Em baixo e pela mesma ordem, Isabel, Antonieta Fontes, Leonor e Luísa Costa.
Foto cedida por António Marques Almeida (Tonito)
UPFC
Recordações do passado (XLIII)

O músico em baixo, sentado no chão e boné colocado à moda desse tempo, bem como as fatiotas dos restantes, leva-nos a admitir que seria dia festivo na aldeia. Ao lado do músico, parecendo estar a fazer/enrolar um cigarro, António Luís (pai do saudoso Francisco Luís e avô do nosso companheiro de Direcção, Joaquim Luís Pinto). A seguir e de braços cruzados, Maria do Patrocínio (esposa de António Luís) tendo à sua direita, de fato claro completo e chapéu, o filho Joaquim Luís (irmão de Francisco Luís).
Padre André de Almeida Freire reconhece-se com facilidade. De cabelo grisalho e com charuto nos dedos, o que era conhecido como o "Morgado da Malhada". Depois, António Neves um irmão do "ti Zé do Quintal" e de Joaquim Francisco Neves (um dos fundadores da União) estando a a seu lado, de chapéu, José Martins, também da Malhada. Não nos foi possível reconhecer os restantes.
Foto cedida por Joaquim Luís Pinto
UPFC
Mouraria


Zona de fadistas, marialvas e rufias, que em Lisboa, tal como a do Castelo e da Madragoa recebiam todos aqueles que debandavam das suas aldeias à procura de novas vidas.
Colmeal, Carvalhal, Rossaio, Soito, Ceiroquinho, Luadas, Benfeita, Fajão, Cavaleiros e tantas outras aldeias dos três concelhos mais carenciados, aqui depositavam os seus filhos em casas pequenas onde sempre cabia mais um. Generosidade e solidariedade beirãs nunca fechavam uma porta, nunca negavam uma sopa ou um pedaço de pão.
Capelão, Escolas Gerais, Marquês de Ponte de Lima, Coleginho, Benformoso, Terreirinho, Guia, Santo André, Olarias, albergavam famílias provenientes dos concelhos pobres de Arganil, Góis e Pampilhosa da Serra. Naqueles tempos em que as carências no acolhimento eram múltiplas mas um luxo quando comparadas com as que havia nas origens.
Hoje a Mouraria, que um dia os mouros deixaram para os nossos conterrâneos, está diferente, maltratada, desfigurada. Nos tempos de agora é possível fazer uma rápida viagem pelo mundo passando pela Mouraria, considerado hoje o espaço mais multicultural e multirracial da cidade de Lisboa.
Espaço que é frequentado e partilhado por paquistaneses, indianos, cabo-verdianos, guineenses, moçambicanos, chineses, nepaleses e naturalmente por portugueses que, cada vez mais , vão sendo cada vez menos. Falam-se outras línguas, discutem-se outros problemas. Quase não se fala de regionalismo.
Na fotografia tirada na Rua João do Outeiro, toda ela "povoada" de conterrâneos, podemos reconhecer António Domingos Neves, um dos fundadores da União Progressiva da Freguesia do Colmeal, assinalado á direita com uma cruz. Junto de dois amigos e conterrâneos, apenas sabemos que o miudito de boné, por detrás da cancela da porta, é o Mário Domingos, hoje a residir no Cadafaz.
Numa pintura a café segundo a técnica da aguarela, recordamos aos mais antigos, o Arco do Marquês de Alegrete, deitado abaixo aquando da introdução do Metropolitano em Lisboa, pelos anos sessenta do século passado. A secular capelinha da Senhora da Saúde mantém-se como um ex-líbris deste típico bairro de Lisboa.
A. Domingos Santos
Alegria a navegar...

Momentos de descontracção numa excursão organizada pela União.
Só os remadores parecem não achar graça nenhuma. Diremos que estão compenetrados no que vão a fazer.
Manuela Costa e Lourdes Silva. Artur da Fonte (de costas) não liga ao fotógrafo e está mais atento à travessia. "Zé Manel", António Santos e "Seninho". Luísa Domingues, Paula Coelho e Maria Lucília Pinto. Fernando Neves e Manuela Neves (encoberta).
Foi assim em 1977. Atravessando o Tejo para redescobrir o castelo de Almourol.
Foto cedida por Manuela Ferreira da Costa
UPFC
Colmeal
Recordações do passado (XLII)
Recordações do passado (XLI)
Juventude
(clique na imagem para ampliar)Verão 1974 (Assafora)
No Verão de 1974, em casa de uns amigos, a juventude do Colmeal encontrou-se para confraternizar. Génita, José Manuel Costa Ramos, Tonito e um irmão, Carlos Costa e Silva, José António Teixeira (Zé Tó), Fernando Marques dos Santos, João Manuel Duarte, António Faria, Lena, António Quaresma, Paula Barata, Ilda Almeida, Cecília Barata, Clementina Santos, Idalina Freire, António Gomes, Manuela Costa, Antonieta Fontes, Maria do Carmo Maia, José Manuel Coelho.
Foto cedida por Manuela Ferreira da Costa
UPFC
Aniversário da União

Neste restaurante do bairro lisboeta de Campolide, realizavam-se ao tempo, quase todos os almoços das colectividades. Nesta fotografia conseguimos reconhecer Manuela Costa, Machado Alves "Séninho", José Manuel Coelho, Artur Domingos da Fonte, Maria Lucilia Pinto, Paula Coelho, Elisiário Estevens e Génita.
Almoço de aniversário da União Progressiva da Freguesia do Colmeal. Dezembro de 1977. Os casacos e gabardinas penduradas ao fundo confirmam a data.
Foto cedida por Manuela Ferreira da Costa
UPFC
Sardinha a saltar...

Nas Seladas, Manuel Pinto Caetano, o Padre Pinto como nós o tratávamos e Manuela Costa iniciavam os preparativos para os grelhados. As sardinhas aguardam na caixa para dentro em pouco irem testar este grelhador rudimentar mas que funcionou.
As mesas ainda estavam a ser construídas. Outras foram acrescentadas mais tarde. Nos dias de hoje o Parque de Merendas das Seladas apresenta um aspecto bastante mais cuidado. Os pinheiros que se vêem na foto foram substituídos por mimosas e eucaliptos.
Foto cedida por Manuela Ferreira Costa
UPFC
Cortada

Foto cedida por Manuela Ferreira da Costa
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Teatro no Centro
(clique na imagem para ampliar)No Verão de 1973, o Centro Paroquial Padre Anselmo esgotava as sessões de teatro.Despontavam nessa altura algumas estrelas como Leonor Brás da Costa aqui no papel de uma das profissões que entretanto desapareceu da cidade de Lisboa. António Manuel Ferreira da Costa, também conhecido por "Toninho", num vestido branco último modelo e em exclusivo. Matilde Anacleto com o seu sorriso lindíssimo junto a Manuela Costa que com um elegante vestido até aos pés, apresentava ainda um avental expressamente bordado para aquele espectáculo. Atrás de si, José Manuel Coelho com uma maquilhagem a condizer. Génita de meias altas e um vestido que encolhera porque fora lavado no programa errado... tem perto de si três beldades espampanantes que fariam furor em Hollywood. António Almeida Brás com muitas pintas e um chapéu que terá vindo das famosas corridas de cavalos de Ascott, rivaliza com Pedro Gaspar Freire vestido de branco e António José com um decote bastante atrevido. Qual dos três "a mais jeitosa"... Xana, de viola na mão deverá ter garantido a parte musical. Ainda hoje, passados trinta e cinco anos as pessoas do Colmeal recordam estes "teatros" com saudade.
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Foto de Manuela Ferreira Costa
UPFC
Aniversário

Numa excursão da União ao Algarve em 1977, D.ª Zulmira assiste ao corte do bolo de aniversário de sua filha Maria do Carmo Maia. Manuela Costa lê o cartão de parabéns perante a curiosidade e a boa disposição de Paula Coelho, Maria Lucilia e Génita.
Xana, Paula Barata, Luis Calhau, Jorge Monteiro e Cecília Barata seguem com expectativa o desenrolar dos acontecimentos. Será que o bolo vai chegar para todos?
Foto de Manuela Ferreira da Costa
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UPFC
Com o tempo...(II)

Sentado num banco onde os mais velhos costumavam descansar das fadigas do dia a dia, à porta de um dos estabelecimentos da aldeia. Quando as bilhas do gás ainda eram “Gazcidla” e não havia publicidade com polacas airosas, esguias e bonitas de garrafa ao ombro…
No tempo em que o galo não permitia que as “suas” quatro galinhas posassem para a fotografia… os galos eram assim…
Mas, com o tempo… o jovem foi crescendo. Mais de quarenta anos se passaram desde o dia em que aquela fotografia foi tirada.
José Álvaro de Almeida Domingos, pois é dele que estamos a falar, com pouco mais de vinte e um anos de idade, integrou pela primeira vez as listas de corpos gerentes da União Progressiva da Freguesia do Colmeal.
Em 30 de Março de 1984 foi eleito para Tesoureiro da Delegação. Trabalhou com o saudoso Francisco Luiz, um marco e uma referência na vida da Colectividade. Presidia à Direcção Maria Manuela Ferreira da Costa
Em 1990 assume a presidência da Delegação, que ainda mantém. Entre 1990 e 1997 trabalha com Henrique Brás Mendes na Direcção e depois disso com António Domingos Santos. No período de 2005/2006 esteve como Vice-Presidente da Direcção.
O trabalho que tem vindo a desenvolver ao longo dos anos impõe a sua continuação na União Progressiva da Freguesia do Colmeal, para bem da terra, dos colmealenses e do regionalismo em geral.
UPFC
Pregões de Lisboa


Os primeiros pregões terão surgido na Roma antiga. O pregão cantado nasceu mais tarde com a venda ambulante dos produtos.
Em Lisboa, os vendedores anunciavam os seus produtos com pregões. Quem não se lembra ainda de ouvir apregoar nas ruas de Lisboa. “Quem quer figos, quem quer almoçar?”, “Ai! figuinhos da capa rota!...”, “Pescada do alto!”, “Viva da costa!...”, “Carapau fresco!...”, “Quentes e boas!...”.
E tantos outros pregões em que os vendedores, com vozes afinadas, descreviam os seus produtos para atrair a clientela à compra.
Alguns desses vendedores utilizavam cestos muito curiosos, como é o caso da vendedeira de galinhas, que transportava à cabeça uma verdadeira capoeira com animais vivos.” (1)
E muitos outros pregões ecoavam pela cidade de Lisboa quando mal raiava a manhã.
Um deles, muito característico e muito cantado, era esperado por aqueles que tomavam um pequeno-almoço retemperador para o dia que tinham pela frente, era o pregão da “Fava-rica!...”.
Recordamos hoje uma das protagonistas desse pregão – Maria Inocência Neves (Colmeal, 6 de Julho de 1887 – Lisboa, 13 de Dezembro de 1969).
Teve cinco irmãos. Joaquim Francisco Neves, José das Neves (“Zé do quintal”), António Neves (que casou na Malhada), Manuel Neves e Maria Adelaide Neves.
Maria Inocência foi casada com António Domingos, que faleceu com apenas 28 anos. Teve três filhos: Arminda Neves Domingos Santos (1916-2006), António Domingos Neves (1913-1952) e Ilda Domingos Neves (1914-1917?).
A dona de uma das vozes deste antigo pregão de Lisboa ficará inevitavelmente ligada à vida da União Progressiva da Freguesia do Colmeal. Um dos seus irmãos, Joaquim Francisco Neves, foi um dos fundadores da colectividade e seu primeiro Presidente da Assembleia-Geral. Um dos seus filhos, António Domingos Neves, foi também um dos fundadores da União e dirigente bastante activo. O único neto de Maria Inocência, António Domingos Santos, dirige actualmente e desde Outubro de 1997 os destinos da colectividade.
Recordamo-la com saudade bem como aos outros familiares, todos já desaparecidos.
António D. Santos
(1) in “Receitas à Moda Antiga” – Selecções do Reader’s Digest (pág. 40)
Padre André Gaspar de Almeida Freire

Com o novo Padre André sobe a cinco o número de sacerdotes ainda vivos e naturais do Colmeal.
Parabéns, portanto, a seus pais, tio e toda a freguesia por mais este ministro do altar que entra nas fileiras do Apostolado.
Ao novo sacerdote apresentamos as mais vivas saudações."
in Jornal "O Colmeal", n.º 20 - 28Set61
UPFC
Rolão 1942
(clique na imagem para ampliar)Sessenta e cinco anos antes a camioneta ficava-se pelo Rolão, na Senhora Martinha, hoje uma casa abandonada e em ruínas, ao tempo ponto de chegada e de partida.
Nos dias de hoje não seria uma camioneta (assim se chamava então), com aquele cheiro insuportável do gasóleo e do calor do motor, mas um autocarro de turismo ou o "Expresso" com a comodidade que todos conhecemos. Com ar condicionado, as malas resguardadas do pó e sem aqueles cheiros que davam a volta ao estômago dos mais afoitos.
E não se ficaria pelo Rolão. A estrada, que com grande empenho da União e determinação dos seus dirigentes, hoje nos permite chegar ao Colmeal ou a outra qualquer aldeia da freguesia, veio alterar toda esta epopeia de uma "ida à terra".
Junto desta camioneta, que certamente estará num qualquer museu, podemos recordar Carlos Martins de Almeida (o Carlos da Eira), Maria Adelaide (filha do "Ti Zé do Quintal"), Alfredo Pimenta Brás e António Francisco Neves (que viveu no Brasil a maior parte da sua vida). Fernando Almeida Brás (precocemente desaparecido) e a irmã, única sobrevivente deste grupo, Maria Eugénia de Almeida Brás.
Maria do Céu (com a cesta de braçado), Arminda Brás, Maria de Almeida Brás, Joaquim da Natividade Pinto, Inocência de Almeida e Nazaré de Almeida.
A tocar guitarra (ou seria só para a fotografia?...) Albano Pimenta Brás. A seu lado João de Deus Duarte.
Fotografia cedida por Maria Eugénia Almeida Brás
UPFC
Recordações do passado (XL)
(clique na foto para ampliar)Ladeando o saudoso Padre André de Almeida Freire reconhecemos na primeira fila o Lima e várias jovens do Carvalhal e outras de Aldeia Velha, bem como a Celestina Domingos da Fonte.
A Lucinda, a Ermelinda e Fátima Freire também se descortinam na brancura das suas vestes.
Rui Henriques de Almeida, António Domingos Santos e António de Almeida Freire fazem parte deste grupo.
Afonso Batista de Almeida, um grande amigo do Padre André e do Colmeal, sobressai ao fundo e à esquerda na fotografia.
Casas de xisto ou de pedra à vista, como se dizia antigamente, no princípio da rua que vai para o Cimo do Lugar.
Rua que hoje tem o nome de um grande regionalista, António Domingos Neves.
Fotografia cedida por Fátima de Almeida Freire
UPFC
Com o tempo...

Cinquenta anos antes, no então Largo da Fonte, Artur Domingos da Fonte "fazia-se" à fotografia junto ao carro do nosso amigo António Costa, que se aventurou a levá-lo até ao Colmeal.
Dois homens muito ligados à União. Bastante esforçados e sempre disponíveis.
domingo, 16 de março de 2008
Figuras e factos

Uma das formas de luta foi a edição de jornais e panfletos pelos quais os não alinhados tentaram, sempre pacificamente e dentro das possibilidades de distribuição, orientar, informar e esclarecer o povo.
Os panfletos (neste caso escritos políticos) impressos e distribuídos nas mais precárias e clandestinas condições foi sistema muito utilizado em Portugal pelos democratas, durante os quarenta e tal anos de ditadura.
Alguns conterrâneos da freguesia ou daqui oriundos, embora poucos, estiveram envolvidos activamente na sua distribuição.
Entre os casos que conhecemos de naturais da nossa freguesia, por justiça hoje trazido a estas colunas, conta-se o de Francisco Domingos, nascido no Colmeal.
Francisco Domingos, um dos vários fundadores da União Progressiva da Freguesia do Colmeal, foi para a capital ainda moço. Desconhecemos quando e onde adquiriu consciência política, mas nada nos admira que tivesse sido na Carris, onde era operário.
Francisco Domingos era, clandestinamente, distribuidor de panfletos políticos. Apesar do cuidado, atenção e precaução com que trabalhava foi detido pela polícia política, como haviam de o ser muitos outros amantes da liberdade.
Preso em 1934 foi encarcerado nos tristemente célebres “curros” do Aljube onde permaneceu algum tempo. Finalmente, após instrução do processo, foi, então com 26 anos, julgado no tribunal Militar de Santa Clara e em Fevereiro de 1935 deportado para Angra do Heroísmo, condenado a trabalhos forçados.”
Daniel
In “O Colmeal” – n.º 187 – Agosto de 1982
Francisco Domingos foi um dos seis filhos de Benjamim e Maria Olinda Domingos. Nasceu no Colmeal e teve como irmãos – José (prematuramente desaparecido), Maria do Céu, Júlio, Samuel e Manuel.
Pertenceu ao Partido Comunista Português. Na sua casa em Sobral de Monte Agraço viveram-se todas aquelas experiências de reuniões clandestinas, pessoas escondidas, comida partilhada, fugas apressadas e outras situações.
Amigos e familiares ficavam perplexos quando o acompanhavam a Lisboa e o viam, sem mais aquela e sem perceberem com que critério, enfiava jornais e documentos debaixo do braço ou no bolso de algum cidadão que passava.
Francisco teve um filho – Mário Fernando Firmino Domingos (1945 – 1988), que ficou órfão de mãe aos sete meses de idade, quando Joaquina Conceição Firmino morre com apenas 20 anos.
Francisco Domingos casou em segundas núpcias com Otília da Luz, uma segunda mãe para o pequeno Mário. Uma senhora fantástica segundo os que a conheceram e com ela privaram. Tinha uma filha, a Maria Amélia, também pequena mas ligeiramente mais velha que o Mário. Eram como dois irmãos.
Francisco Domingos fez parte do núcleo de fundadores da União.
Na Assembleia-Geral realizada a 4 de Outubro de 1931 é eleito 1.º Secretário na Direcção liderada por Joaquim Fontes de Almeida. Com ele são eleitos Marcelino de Almeida, Aníbal Gonçalves de Almeida, José Henriques de Almeida, José Antunes André e Manuel Martins.
Encontrava-se estabelecido em Sobral de Monte Agraço onde também residia.
Francisco Domingos faleceu em Lisboa, no Hospital de São José em 2 de Setembro de 1961, com apenas 50 anos de idade.
Um dos “Homens da União” que aqui recordamos. Com saudade.
Agradecemos a Lisete de Matos e Celestina da Fonte Almeida a recolha de informação e colaboração que nos prestaram.
A. Domingos Santos
Recordações do passado (XXXIX)
Colmealenses no Rossio
Colmeal 1977

Conjunto de jovens em que pontificava a alegria e a boa disposição, onde o sentido de responsabilidade e de entreajuda eram fundamentais e se tornavam evidentes nas realizações levadas a cabo e que foram muitas nesse tempo.
Da esquerda para a direita temos José António Marques Teixeira (Vogal da Direcção e que infelizmente já não se encontra entre nós), António Ferreira Ramos (Tesoureiro), Ilda Marques da Costa Ramos, Maria Eugénia da Costa Ramos e Maria Lucília Domingos Pinto.
Fernando Marques Neves (Presidente da Direcção), Fernando Manuel da Silva Santos Costa (1.º Secretário), Guilherme Nunes Baeta (2.º Secretário da A.G.), Ana Paula de Oliveira Barata (2.ª Secretária da Direcção), António Domingos Santos (Presidente da Assembleia Geral) e Maria Manuela Ferreira da Costa (Vice-Presidente da Direcção).
Maria Manuela Mendes Neves, Rosa de Jesus Nunes Baeta e a pequena Sandra Baeta ao colo.
Ao centro, sentado à mesa, o pequeno Pedro Miguel Mendes Neves que tão prematuramente nos deixou.
À direita, os pais do anfitrião e donos da casa, Abel dos Santos e Arminda Neves Domingos Santos, que também já não estão connosco.
Seria interessante reunir estes ex-dirigentes, muitos dos quais começaram a sua actividade na antiga Comissão de Juventude da União, e saber como analisam agora, trinta anos depois, a sua passagem pelo regionalismo e como o vêem nos dias de hoje.
Obrigado a todos eles pelo entusiasmo e dedicação que votaram à causa regionalista e á União Progressiva.
Foto cedida por Fernando Marques Neves
UPFC
Recordações do passado (XXXVII)
Recordações do passado (XXXVI)

UPFC
terça-feira, 11 de março de 2008
Recordações do passado (XXXV)
Aldeias onde ficavam as mulheres e as crianças, e também os mais velhos. Os mais ousados debandavam Lisboa à procura de sustento para os que ficavam. Uma vida de árduo trabalho, de dificuldades, mas nunca esquecendo o torrão natal e os seus.
Nesta realização da Comissão de Melhoramentos dos Cêpos reconhecemos para além de Luís Ferreira (jornalista), Francisco Luiz e António Domingos Neves, ao tempo dirigentes da União Progressiva da Freguesia do Colmeal.
O entendimento e a solidariedade que existiam entre as várias colectividades, mesmo de concelhos diferentes, era fundamental para a troca de ideias e de experiências, porque as necessidades eram quase sempre as mesmas - falta de estradas, de água, de luz, de assistência médica, enfim, falta de tudo.
Para este entrosamento e para o entusiasmo e alegria que se pressentem nesta fotografia muito contribuía a concentração residencial (Mouraria, Alfama, Escolas Gerais).
Tudo faremos para que fotografias como esta possam ser tiradas novamente.
UPFC
Recordações do passado (XXXIV)

Mais uma fotografia retirada de um baú de recordações.
Anos 40. Lisboa, Avenida da Liberdade. Nos tempos em que as pessoas se aperaltavam para ir passear ao domingo.
Luís Neves, Maria de Almeida Brás e Alfredo Pimenta Brás. Maria Preciosa, que foi casada com Francisco Luíz. O filho, António Luís Nunes Duarte. O rapazinho que (mal) se vê à frente será (?) o outro filho, o Joaquim Luís Pinto. Mais atrás e encostado à palmeira, Joaquim Nunes Pinto.
UPFC
segunda-feira, 10 de março de 2008
Recordações do passado (XXXIII)

À esquerda, um pouco encoberto e de cigarro na boca, Manuel da Fonte ( também conhecido por "Barreiras". António (do Açor), o aventureiro que levou o carro ao Colmeal, Joaquim Nunes Pinto e António Pinto. Maria Lucília Domingos Pinto, António dos Santos Almeida (Fontes) e Padre André de Almeida Freire.
António Luís Nunes Duarte atento ao que se passava à sua direita, tal como muitos outros.
João da Paz, um grande amigo do Colmeal e da família Fontes. Joaquim da Natividade Pinto, António Carvalho (recentemente falecido), Manuel Duarte de Almeida e António Braz. Américo Nunes Gonçalves, Alfredo Ferreira (da "Mina"), António e João de Almeida Freire. José Francisco Moita, que durante muitos anos esteve radicado no Colmeal e parte do seu carro de bois, carregado com toros de pinheiro, ainda visível na foto.
E voltamos a perguntar "o que será feito da lápide que se vê na parede e que estava relacionada com a construção do chafariz"?
Foto cedida por Fátima de Almeida Freire
UPFC
Recordações do passado (XXXII)
(clique na foto para ampliar)
O "herói" está estacionado onde hoje se encontram dois contentores do lixo, junto ao chafariz.
Esta "recordação" será dos últimos anos da década de cinquenta do século passado.
António (do Açor) parece ter sido o aventureiro e aqui o vemos com António Santos Almeida (Fontes), António Domingos Júnior (ao tempo Presidente da Junta de Freguesia do Colmeal) e Josefa dos Anjos Domingos, que prematuramente entendeu deixar o nosso convívio com apenas 51 anos.
Manuel Duarte de Almeida, Padre André de Almeida Freire, João da Paz, Joaquim Nunes Pinto e o filho Joaquim da Natividade Pinto.
A jovem que se vê em primeiro plano, em pose descontraída, é Maria Lucília Domingos Pinto Carreira da Silva, actualmente Presidente do Conselho Fiscal da União.
Iniciou a sua actividade regionalista como Secretária na Comissão de Juventude em 1973 (um pioneirismo em termos de regionalismo). Veio a integrar a Direcção no período de 1978/1981. Transita para o secretariado da Assembleia-Geral nos anos de 1983 a 1988. Em 2003/4 é Relatora do Conselho Fiscal, cuja presidência vem a assumir em 2005 .
Foto cedida por Fátima de Almeida Freire
UPFC
Recordações do passado (XXXI)
Reconhecemos na fila da frente, Arménio Fontes de Almeida, António Costa Almeida, Joaquim Nunes Pinto, Fernando Alves Caetano e Joaquim da Natividade Pinto.
No meio, Manuel Mendes Domingos e a seu lado, um dos irmãos do Arménio (o Joaquim ou o Fernando). Atrás vêem-se Fernando Estêvão e António Ramos de Almeida. Não conseguimos descortinar o nome do jovem que está no lado esquerdo da foto.
De Joaquim Nunes Pinto já traçámos um pouco do seu percurso desde a sua estada na América do Norte até à sua passagem pela União.
Fernando Alves Caetano, contando sessenta e quatro anos de associado, exerceu funções na Delegação no Colmeal nos anos de 1978/79. Seu pai, Alfredo Alves Caetano foi Presidente da Delegação entre Janeiro de 1946 e Abril de 1957. Como se trata de uma família de regionalistas, o seu filho Fernando Pinto Caetano é actualmente o Presidente da Assembleia-Geral.
Joaquim da Natividade Pinto, um homem sempre presente nas realizações da Colectividade, foi eleito como Vogal na Direcção liderada por António Santos Almeida (Fontes) em Fevereiro de 1950. Integravam a Direcção Manuel Francisco Brás, José de Sousa Saramago, Francisco Luiz, Abel Nunes de Almeida e Eduardo Ferreira de Almeida. Nesse mandato presidiam respectivamente à Assembleia-Geral e ao Conselho Fiscal dois grandes nomes do regionalismo da freguesia do Colmeal, António Domingos Neves e Manuel da Costa.
Hoje, a sua filha Maria Lucília Domingos Pinto Carreira da Silva preside ao Conselho Fiscal.
UPFC
domingo, 9 de março de 2008
Recordações do passado (XXX)
(clique na foto para ampliar)Pelos anos de 1972 ou 1973, após uma missa por intenção dos sócios falecidos, este grupo de regionalistas da freguesia do Colmeal posou para a fotografia, à porta desta igreja em Lisboa.
Como será natural, alguns nomes já nos falham.
Os anos também passam por nós e a memória por vezes não colabora.
Ao recordá-los, estamos como que maquinalmente, a rever a contribuição que deram para o desenvolvimento das nossas aldeias, que tanto ficam a dever ao seu entusiasmo e determinação.
Albano Pimenta Brás e esposa, Alfredo Pimenta Brás e Maria de Almeida Brás, João de Almeida, Joaquim da Natividade Pinto, Armando Nunes dos Reis, José Elias, José Baeta e Guilherme Baeta. António Santos Almeida e Maria Cecília Almeida. Clementina Neves Santos, a irmã Filomena e Carminda Marques e um irmão.
Abel dos Santos, Joaquim Francisco Neves, José Brás e esposa, Afonso Baptista de Almeida, Aurora Henriques Brás e José Manuel Simões.
Maria Lucília Domingos Pinto, Maria Eugénia Ramos, António Ferreira Ramos e esposa, José Manuel da Costa Ramos. Padre Anselmo Ramos Dias Gaspar. Maria da Ascenção e António Ramos de Almeida.
Manuel Francisco Brás e Prazeres Brás, António Santos Almeida (Fontes) e esposa, Pedro Gaspar Freire, Idalina e mãe, António Nunes, esposa e a filha Noémia, Joaquim Luís, Joaquim Luís Pinto, Eduardo de Almeida Nunes.
Alfredo Marques da Costa e esposa, Abel Ferreira da Ascenção, Fernando Henriques da Costa, América Domingos de Almeida, Fernando de Almeida e a filha Filomena.
Carlos Alberto Santos Almeida, Eduardo dos Santos Ferreira e esposa e Arnaldo Moreira dos Santos.
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