quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Fotugraphia Colmealence




Desconhecemos quem são, mas admitimos que sejam do Colmeal, ou da freguesia.
Ficámos admirados com o que encontrámos no verso da fotografia, que denota ser bastante antiga, e que aqui reproduzimos.

Foto do espólio de Fernando Costa

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Bons amigos



Desencantada esta fotografia dos anos sessenta do século passado, nela fomos encontrar um grupo de amigos, a maioria dos quais já não se encontra entre nós.
Tendo por pano de fundo o chafariz do Colmeal, a primeira obra que a União Progressiva aqui realizou e que conforme já informámos neste blogue, foi inaugurado em 26 de Setembro de 1937, pondo fim à fonte de chafurdo.
Alguns jovens que não conseguimos identificar aparecem na fotografia à esquerda. Depois, temos em pé e da esquerda para a direita, Luís Neves, José Elias, Eduardo Ferreira de Almeida, João Moita e Alfredo Pimenta Brás com António Domingos Júnior atrás de si. Não conseguimos identificar o fotografado que está antes do António (do Soladinho). Depois, o Arménio Marques e o Fernando Freire.
Em primeiro plano e talvez a culpa seja do boné, não conseguimos identificar o da esquerda. Segue-se o João Ferreira Mendes, Manuel Francisco, António de Carvalho (agarrado ao "palhinhas"), Álvaro Almeida, Fernando Caetano e António Brás.
Bons tempos! Bons amigos! E bons momentos de convívio que aqui se passavam.

Foto cedida por Fernando Caetano

Antigamente...




Era assim. Não havia água canalizada e o recurso era este, tal como se recria nestas fotografias.
Água límpida, fresca, corrente, mas sem se saber a sua real qualidade.
Parece que naqueles tempos nada fazia mal.
Com a acção das comissões de melhoramentos, a pouco e pouco estas situações foram sendo eliminadas e o chafurdo deu lugar aos fontanários. Alguns ainda se mantêm operativos, outros nem tanto.
Mais tarde, passou a haver água ao domicílio. O cântaro de barro e a bilha de folha zincada foram abolidas. Ganhou a torneira.

Fotos do espólio de Fernando Costa

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Pescadores



Pescadores bem equipados com carvalheiros dos melhores. Canas extensíveis com carretos de marca não existiam por aquelas bandas. Na década de sessenta do século passado era assim a pesca desportiva no rio Ceira e até se apanhava algum peixe, porque o havia.
Dos três pescadores reconhecemos dois. O Padre António Duarte de Almeida, ao fundo à direita, e em pé, o Padre Fernando Ribeiro.
Enquanto de corpo dobrado para a frente Silvina da Luz (de Aldeia Velha) vai lavando a roupa, Maria de Lourdes Duarte de Almeida acompanha a pescaria.

Foto cedida por Lurdes Iria

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Rancho Serra do Ceira



Tendo por cenário de fundo o edifício da antiga escola, depois Junta de Freguesia, e o Soladinho mais ao longe, aqui temos uma fotografia tirada em 1977, quando o Rancho Serra do Ceira começava a dar os primeiros passos.
Trinta anos são passados. Muitas caras reconhecem-se a olho nú, mas outras, só com uma pequena ajuda.
Então vamos lá a ver se "bate tudo certo", como diria o mandador...

Da esquerda para a direita, "Zé" (do Hermenegildo), Américo (Aldeia Velha), Lena (irmã da Isabel - Colmeal), Fátima Nunes (hoje na Sandinha), Fátima Fontes, Luísa Domingos, José Brás Victor, Paula Domingos, Lucinda (do Hermenegildo), Rui Paulo (filho do carteiro), Carminda Fontes, Manuel Gomes de Carvalho, Ilda Pinto, "Zé" de Almeida (Soito), "Zé Preto" (Soito), Manuel (Arganil - filho do ensaiador), Ana Nunes (hoje em Góis), Arménio (Casal Novo), Fernando Silva (Arganil - tocava clarinete), Américo (Carvalhal), Jaime (Malhada), José Álvaro Domingos (Colmeal), Padre Manuel Pinto Caetano (criador do Rancho) e o ensaiador Sr. Frederico.

Fotografia cedida por Henrique Miguel Mendes
Ajuda de antigo elemento do Rancho Luísa Domingos

Garimpeiros no Colmeal...

.
(clicar na imagem para ampliar)

De acordo com esta notícia de 4 de Setembro de 1968 e passados que são todos estes anos, o ouro deve ter sido extraído na totalidade dos referidos locais - Cova e Penedo Velho.
Não tínhamos percebido qual o motivo de tanto desenvolvimento, mas agora que lemos a notícia, ficámos a entender...

Do espólio de Fernando Costa

Gerações



Numa fotografia de 1930 recordamos Maria da Trindade, Libânia e António Gonçalves.
Na fila da frente temos Maria do Céu Nunes, a viver ainda no Colmeal, Manuel Nunes, o "Ti Manel da Candosa" e a outra filha Ilda Nunes, que vive em Vila Nova do Ceira.

Foto cedida por Maria do Céu Nunes

domingo, 25 de janeiro de 2009

Lisboa antiga




Por este Arco passaram muitos dos nossos conterrâneos.
Não nos podemos esquecer que a zona da Mouraria era um pólo concentrador de muitos daqueles que saíam das suas aldeias e tinham sempre um espaço para si em casa de um familiar ou de um amigo.
Com a modernização dos transportes a cidade foi-se transformando e o Arco do Marquês de Alegrete desapareceu.
Só ficou na memória de alguns e na bela aguarela de Roque Gameiro.

A. Domingos Santos

Recordando...



Vejam só ao tempo que esta fotografia foi tirada... Conhecem a Maria Antonieta, não a do Luís XVI, mas a filha do Eng. Fontes? Então é simples. Olhem para a fotografia e vejam-na ao colo da avó, Arminda Fontes. E acreditem que com esta pequena brincadeira não estamos a chamar "velhota" à Antonieta, que muito estimamos.
Muitas das caras são conhecidas e já por aqui passaram noutras fotos e noutros convívios.
Com o braço no ar "atenção olhó passarinho" temos Alfredo Pimenta Bráz, com o Eduardo dos Santos Ferreira mesmo ao seu lado a tocar "garrafão" ou "palhinhas", instrumento que não podia faltar nestas ocasiões.
Depois, temos a Maria Eugénia, um amigo do "carvoeiro", a Isaura do Carmo Costa, o António Ferreira Ramos e um outro amigo desses tempos.
Na fila de trás recordamos uma empregada e a esposa de António Santos Almeida (Fontes), Preciosa do Carmo, Arminda Fontes com a neta Antonieta ao colo, a Alice (das Olarias), a Ilda Marques Ramos e a nossa amiga Maria de Almeida Bráz, mais conhecida por "Ti Maria do Soito".
No princípio dos anos cinquenta do século passado eram assim os convívios.
Bons tempos!

Fotografia cedida por Isaura Costa Fernandes

Foto da minha juventude



Li no Blog o artigo sobre o Padre Manuel Pinto Caetano.
Lembrei-me da minha juventude e que apesar de estar a viver bem longe, durante as minhas férias de Verão, em 1985, tambem participei no Rancho (Festival em Santo Tirso e em Góis).
Eu e o Henrique, que se encontrava tembém de férias. Ele representou a tocar Bandolim e eu de Figurante.
Essa roupa foi-me emprestada pela Anabela Domingos "Belita" (ver foto).

Um grande abraço
Fátima Geraldes Santos

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Janotas



José Domingos e António Domingos Júnior, num domingo em Lisboa, corria o ano de 1930. Dia de Páscoa, 20 de Abril.
Janotas, como convinha e como se pode comprovar na fotografia, que teve como cenário o Jardim do Campo Grande.
O pormenor do chapéu, que era normal usar-se naquela época e que cada um ostenta, em pose, debaixo do braço.

Foto cedida por Maria do Céu Nunes

Recordando




Recordamos Arnaldo Moreira dos Santos, numa fotografia datada de 2 de Julho de 1934.
Natural da Malhada, cedo veio para Lisboa onde fez quase toda a sua vida. Amigo do seu amigo e sempre disponível para ajudar.
Chegou a fazer parte dos Corpos Sociais da União Progressiva da Freguesia do Colmeal, tendo sido eleito Vogal da Direcção em Assembleia-Geral de 2 de Fevereiro de 1947. Trabalhou com Joaquim Francisco Neves, Manuel Francisco Braz, Abel Nunes de Almeida, Francisco Luiz, Eduardo dos Santos Ferreira e Ernesto Braz.

Foto cedida por A. Domingos Santos

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

O burro Benfica



Os mais antigos lembram-se deste burrico simpático que dava pelo nome de Benfica. E lembram-se naturalmente dos "adeptos" que o ladeiam.
O "Ti Manel da Candosa" e o Américo "Bispo", gerações separadas por muitos anos, numa fotografia que terá sido tirada por meados dos anos cinquenta do século passado, algures pelas ruas do Canto.

Foto cedida por Maria do Céu Nunes

Casamento



14 de Outubro de 1934, é a data que se pode ler no canto inferior direito.
Manuel Nunes e Judite Maria no dia do seu casamento, nesta fotografia um pouco amarelecida pelos anos.
No verso, uma dedicatória simples para o seu amigo Abel dos Santos.

Foto cedida por A. Domingos Santos

Recordando...



Numa fotografia cuja data desconhecemos mas que poderemos situar pelos anos quarenta/cinquenta do século passado, recordamos António Francisco Neves.
Casado com Alzira Reis, filha de Adelaide e António Nunes dos Reis, muito cedo partiu para terras de Vera Cruz onde se fixou.
Também colaborou na já longa vida da União Progressiva da Freguesia do Colmeal e o seu nome aparece pela primeira vez em 20 de Dezembro de 1942, como eleito para Segundo Secretário da Assembleia-Geral.
Um ano depois, em 22 de Dezembro de 1943, como Primeiro Secretário, integra a Direcção liderada por Joaquim Francisco Neves. O seu sogro, António Nunes dos Reis é Vice-Presidente e os outros lugares são ocupados por Alfredo Pimenta Braz, Abel dos Santos, Claudino dos Santos Duarte e Abel Nunes de Almeida.

Foto cedida por A. Domingos Santos

Tocador



O Rancho Serra do Ceira "nasceu" no Colmeal e teve uma adesão significativa da população residente em termos de participação. Como tocadores, figurantes ou como "bailadores".
Manuel Domingues, aqui numa fotografia desse tempo tendo o Largo do Colmeal como pano de fundo, era um dos tocadores. O Serra do Ceira apareceu pela primeira vez em público em 14 de Agosto de 1977 num projecto idealizado e concretizado pelo Padre Manuel Pinto Caetano.

Foto cedida por Maria do Céu Nunes

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Piquenique dos Cepos



Fotografia tirada em 1954 num piquenique realizado pela Comissão de Melhoramentos dos Cepos.
Recordamos a "Ti" Maria do Soito com a Génita ao colo (filha de Ilda e António Ramos), Alfredo Pimenta Braz, Preciosa do Carmo e Ilda Marques Ramos junto de outras pessoas que não nos foi possível identificar.
Na primeira fila temos Manuel Braz das Neves com o "Tonito" (o grande sonho era ser futebolista...), Isaura Fernandes e o irmão Fernando Costa (também conhecido por "Baguinho"), Maria Eugénia e António Ferreira Ramos.

Foto cedida por Isaura Fernandes

Ponte do Soito



A ponte sobre a Ribeira do Soito foi a primeira obra realizada pela União Progressiva da Freguesia do Colmeal.

Foto do espólio de Fernando Costa

domingo, 4 de janeiro de 2009

Montes Claros



Alfredo Pimenta Brás e António Ferreira Ramos enquadram, em primeiro plano, um amigo desses tempos.
Mais atrás reconhecemos Maria Eugénia Brás, um vizinho da João do Outeiro com o "Tonito" ao colo, Alice e Isaura Costa Fernandes, Maria "do Soito" e Ilda Marques Ramos. Em pé, Maria da Assunção Almeida, que foi casada com um grande regionalista e dirigente da União Progressiva da Freguesia do Colmeal, António dos Santos Almeida (Fontes).

Foto cedida por Isaura Costa Fernandes

Esplendor na relva



Podia ser o título de um filme de há cinquenta anos, mas a película aqui foi a da máquina fotográfica.
Eduardo Ferreira de Almeida (Elias), Eduardo Santos Ferreira, Ilda Marques Ramos, Maria Eugénia Brás e Isaura Costa Fernandes. Com eles, uns amigos da Rua João do Outeiro. O mais jovem na fotografia é o António Brás (Tonito... naquele tempo).

Foto cedida por Isaura Costa Fernandes

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Fotografias de ontem...(17)



Fotografia que terá cerca de oitenta anos.
Maria José Henriques, também conhecida por (Ti Maria Zé da capela) com seu marido António Domingos.
Cedo vieram para Lisboa procurando melhores dias, como muitos outros fizeram nesses anos das primeiras décadas do século passado. Aqui os recordamos com as suas filhas Arminda e Aurora, que felizmente ainda se encontra entre nós.

Foto cedida por Maria Alice Domingos

sábado, 27 de dezembro de 2008

Outros tempos...




Acreditem que não é nossa intenção fazer subir as audiências do blogue ao colocarmos aqui esta fotografia dos anos setenta.
Para quem não conhece, podemos afirmar que deverá ser um dos poucos rios não poluídos que temos no nosso país.
Água corrente, cristalina, por vezes pouco "aquecida" mas que sempre convida a um mergulho ou apenas a umas tantas braçadas.
O rio Ceira é um dos "ex-líbris" da freguesia do Colmeal. Escolhido para campeonatos de pesca e muito atraente para praticar canoagem, pelas descidas que proporciona e pela beleza natural envolvente.
Mas voltando à fotografia, aqui recordamos o Zé Tó, Genita, Paula Barata, Maria Lucília, António Santos e o Fernando Neves, ao tempo presidente da União Progressiva.
Nos dias de hoje, especialmente os dois últimos, evitam expor-se assim para as fotografias (por causa das ampliações... perceberam?).

Foto cedida por Lucília Silva

Aldeia Velha





Só os mais antigos poderão identificar esta aldeia simpática de casas aninhadas nos contrafortes da encosta e aqui recordada nesta fotografia.
Casa escuras, telhados de loisa e uma ou outra já beneficiando de alguma modernidade e também de conforto. Paredes encrespadas com as economias conseguidas a trabalhar duro na capital.
Hoje, quando a visitamos já não a reconhecemos. Onde estão os telhados de colmo? E os bocados todos cultivados? E o gado fazendo tilintar os seus chocalhos? E as crianças de cores rosadas correndo umas atrás das outras em brincadeiras despreocupadas?
Tudo é diferente nos dias de hoje. Mas vale a pena visitar "a aldeia mais alta e mais linda da freguesia do Colmeal...".

Foto cedida por Manuel Duarte de Almeida

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Fotografias de ontem...(16)



No tempo em que o dia do piquenique era uma grande festa, algures numa quinta da zona de Carnide, em Lisboa.
Lembram-se dos carros eléctricos abertos e com bancos de ripas de madeira, que se apanhavam nos Restauradores?...
Farnel feito com esmerado cuidado para ser comido debaixo das oliveiras. Arroz de tomate e carapaus fritos (o frango assado aparece muito mais tarde), pastéis de bacalhau, costeletas de carneiro, umas chouriças, presunto, pão, vinho e como sobremesa, pelo que se vê... umas bananas.
E depois, havia baile, guitarras, concertinas, vozes afinadas para cantar à desgarrada e muita alegria e são convívio.
Reconhecemos a "Ti Maria do Soito", o Eduardo Ferreira de Almeida (também conhecido como "Eduardo Elias"), Alfredo Pimenta Brás com o filho ao colo (o "Tonito") e por aqui podemos avaliar os anos desta fotografia.
Hoje, seria mais complicado alguém pegar-lhe ao colo...
Com uns amigos da Rua João do Outeiro, vemos ainda Ilda e António Ferreira Ramos e finalmente, nas bananas... temos a Maria Eugénia Brás e a Isaura Costa.

Foto cedida por Isaura Fernandes

Fotografias de ontem...(15)



A serra como pano de fundo. Um pinheiro para dar um pouco de cor nesta fotografia a preto e branco. 1958/1959 será o período provável em que foi tirada. Maria de Lurdes Duarte de Almeida e os dois sobrinhos, Maria de Deus e João Manuel, filhos do grande regionalista João de Deus Duarte.

Foto cedida por Lurdes Iria

Memórias



O primeiro cartão de associado da União Progressiva da Freguesia do Colmeal.
Este pertenceu a António Domingos Neves, um dos mais activos dirigentes da Colectividade.

Cedido por A. Domingos Santos

domingo, 21 de dezembro de 2008

Fotografias de ontem...(14)



Arganil, 6 de Setembro de 1957.
Quem não os conhece?
Palmira Simões, Maria Augusta (Machada), Maria Carminda, Maria de Lurdes Almeida, Maria Justina e Manuel Henriques (Machado). Na segunda fila, Manuel Simões, Manuel Francisco e Manuel Duarte de Almeida.
Dar um saltinho a Arganil em dia de feira ou de mercado, sempre fez parte dos planos e dos hábitos dos Colmealenses.

Fotos cedidas por Lurdes Iria

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Alvará... de 1918



(Clique no documento para ampliar)


Do espólio de Fernando Costa

Fonte de chafurdo



Fomos encontrar esta fotografia bastante antiga, datada de 13 de Maio de 1937.
A acompanhar a data, uma pequena indicação "Obras do novo chafariz do Colmeal".
Não fosse a preciosa indicação no verso e dificilmente a conseguiríamos localizar. Tanto no espaço como no tempo.

Já neste blogue fizemos referência à inauguração desta obra, o novo chafariz do Colmeal, que veio substituir a fonte de chafurdo.
Só os mais antigos têm gravado na memória como era difícil ir buscar água. Facilmente se poderá concluir que a higiene não seria muita. Bebia-se a água tal como aparecia na bica, sem qualquer tratamento ou verificação de qualidade.

Cântaro no chão e depois de cheio, toda aquela força de braços para o colocar à cabeça. E o equilíbrio funcionava. Por vezes, parecia nem pesar muito ou fazer doer o pescoço. Pelo menos, quando se cruzavam com alguém e havia que "saber as novidades"...

A União Progressiva da Freguesia do Colmeal inaugurou este melhoramento em 26 de Setembro do mesmo ano.

Foto do espólio de Fernando Costa
.
UPFC

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Fotografias de ontem...(13)



Meio século atrás - 15 de Setembro de 1957 - junto a um dos grandes sobreiros que existiam ao Soladinho, reconhecemos Maria de Lourdes Duarte de Almeida. Ao colo tem uma menina, a sua sobrinha Maria de Lurdes Iria, que hoje já não usa canudos nem laçarotes do cabelo.
E quem é o rapazinho, lourinho e de boina? Já o vimos neste espaço, numa foto tirada no então Largo da Fonte.
Claro que não há nada que enganar. É o nosso Tesoureiro, o Artur Domingos da Fonte. Como ele cresceu!

Foto cedida por Lurdes Iria

Homem dos sete ofícios




Já o vimos aqui a tocar concertina. A tocar?... daqui, de onde estávamos, não se ouvia nada. Todo aperaltado, aquilo era mesmo só para a fotografia...
Depois, também todo endomingado, com o canastro do pão.
E agora? Agora, sim, vê-se que estava a trabalhar. O fato que enverga denota que a vida no seu dia a dia não seria muito fácil, apesar do sorriso que esboça. Manuel Duarte de Almeida foi o que se pode chamar "Homem dos sete ofícios".
Tendo vindo ainda muito cedo para Lisboa, nunca se negou ao trabalho. Aqui o temos na faceta de "moço de esquina" ou "moço de fretes", profissão hoje já extinta como tantas outras. Boné obrigatório e uma chapa numerada provando que estava registado e podia exercer a profissão. Muitos conterrâneos exerceram este duro trabalho na cidade de Lisboa e quem precisava deles sabia onde os encontrar .
Nestas duas fotos, tiradas pelos anos de 1943/44, vemos o jovem Manuel com um cacho de bananas e um embrulho. Fazia muitos serviços para um Banco que ainda hoje existe, pelo que este pacote deveria seguir para alguma sucursal. Nos dias de hoje, teria que haver mais cautelas...
Mas o nosso Manuel também trabalhou num jornal já desaparecido e numa empresa de caixas registadoras.
Mais tarde formou a sua própria empresa. Hoje, aproveita para descansar, porque de trabalho... já chega.

Fotos cedidas por Lurdes Iria

domingo, 14 de dezembro de 2008

Futebol... nas Seladas



De França chegaram-nos estas fotografias. São de uma famosa equipa de futebol que brilhava nos relvados por volta de 1982/83. Por vezes também actuavam em campos de terra batida.
José Manuel Ramos, Mário Martins, Rui Vilhena e Genito ainda hoje são internacionalmente conhecidos. São vistos normalmente, na época balnear, nas suas mansões no Colmeal. Mas os outros três? Um em cima (o segundo da direita) e os dois em baixo (os extremos)? Que jogaram... jogaram, mas que temos dificuldade em os identificar, também é verdade. É que nós, nessa época, jogávamos por outros lados.
Estamos certos que serão reconhecidos por quem nos visitar.



Ao que nos dizem, as claques de hoje não têm nada a ver com as claques de outros tempos ou com esta que aqui temos na foto. Veja-se o ar tranquilo, descontraído e sorridente das fãs que se apresentam nesta bancada (os bancos não aparecem na fotografia por magia do profissional que a tirou). Isabel Pinho Ferreira, Paula Gaspar de Almeida e Fernanda Dulce Costa divertem-se com as fãs do patamar inferior e que são a Fátima Geraldes, a Maria do Carmo e a Luísa Maria Costa. A conversa deve ser boa, deve...



Nesta outra versão, não sabemos se depois do intervalo ou se das substituições, reconhecemos o Tó Zé, o Zé Manel Ramos e o Rui Fernandes. Mas quem é o craque, o segundo da direita, em cima?
Em baixo, à esquerda, temos o Genito. E o "artista da bola" todo enchapelado? E o outro a seguir?
Vamos aguardar pela vossa preciosa ajuda. Estamos a evitar recorrer à FIFA...

Fotos cedidas por Rui Fernandes

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Recordações do passado (LXXVI)

.
(clicar na foto para ampliar)
.
Fotografia antiga, dos primórdios da União. Tirada no começo dos anos da década de trinta.
Fundadores e alguns sócios, dos primeiros que a colectividade teve. Pessoas que muito se esforçaram por tirar as nossas aldeias do isolamento em que se encontravam.
António Domingos Neves e Francisco Luiz (do Colmeal), José Henriques de Almeida (do Sobral) e José Antunes André (de Aldeia Velha) faziam parte deste grupo.

Foto cedida por Maria Eugénia Brás

Fotografias de ontem...(12)




30 de Junho de 1932.
Mais de setenta e seis anos são passados desde que Maria Inocência Neves e os seus dois filhos, Arminda Neves Domingos e António Domingos Neves tiraram esta fotografia. Com 44, 16 e 19 anos, respectivamente.

Foto cedida por A. Domingos Santos

domingo, 7 de dezembro de 2008

Casamento



Manuel Mendes Domingos, no dia do seu casamento, acompanhado de familiares próximos que nos foram deixando ao longo dos tempos e que hoje aqui recordamos. Maria Olinda Domingos, Assunção Mendes (irmã de sua mãe) e Maria Inocência Neves.
Conforme noticiava o extinto Boletim mensal da paróquia "O Colmeal", no seu número de 15 de Março de 1961,
"Realizou-se no dia 26 de Fevereiro nesta cidade de Lisboa o casamento do Sr. Manuel Mendes Domingos, filho do Sr.. António Domingos Júnior e da Sr.ª D. Josefa Domingos, do Colmeal, com a menina Maria Alice Domingos, filha do Sr.. António Domingos e da Sr.ª D. Maria José Domingos. Muitos parabéns."

Foto cedida por A. Domingos Santos

Homens da União


(clicar na foto para ampliar)

Fotografia que poderemos situar na primeira metade dos anos trinta do século passado. A União Progressiva da Freguesia do Colmeal foi fundada em 20 de Setembro de 1931 e aqui recordamos António Domingos Neves, José Domingos, Francisco Luiz, José Antunes André e António Domingos (da Capela). São alguns daqueles que estiveram na linha da frente, naqueles tempos difíceis e de muito trabalho.

Foto cedida por A. Domingos Santos

De New York... com saudade



Com data de 9 de Maio de 1913, esta fotografia apresentada em cartão trabalhado e em relevo, foi tirada no "Imperial Studio" em Nova Iorque e recorda-nos Francisco Domingos.
Na dedicatória e para que se perceba que América não é o mesmo que Colmeal, assina como Frank Sunday.
Francisco Domingos era tio de Arminda e de António Domingos Neves e pai de Joaquim Pinto, um jovem que teve uma esporádica passagem pela União Progressiva.

Fotografia cedida por A. Domingos Santos

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Casamento nas Seladas




(clicar nas fotos para ampliar)

"No dia 15 de Agosto, na Capela do Senhor da Amargura, realizou-se o casamento do Sr. Mário Mendes Domingos, filho do Sr. António Domingos e da Sr.ª D. Josefa Domingos, residentes no Colmeal, com a menina Arminda da Conceição Silva, natural de Lisboa e residente no Cadafaz com seus padrinhos Sr. Manuel Marques e D. Estefânea Marques, filha do Sr. Albano Rodrigues da Silva e D. Maria da Conceição Silva.
Foram padrinhos os Senhores Abel dos Santos, D. Arminda Neves Domingos Santos, Albano Nunes dos Reis e D. Arminda de Jesus Alves Martins.
Em casa dos pais do noivo foi servido um abundante almoço a muitos convidados.
Aos noivos desejamos um futuro feliz."

in Boletim "O Colmeal", N.º 8, 15 de Setembro de 1960
Fotos cedidas por A. Domingos Santos

Foto de família



Em 10 de Agosto de 1967 "estava-se bem" nas Seladas e próximo da capelinha do Senhor da Amargura a máquina registava para a posteridade esta fotografia de família.
Os mais antigos ainda se lembram que havia um púlpito à entrada da capela, que se pode ver do lado direito da foto e de onde o senhor padre fazia a homilia.
Recordamos Manuel Brás das Neves e Benvinda Canelas Neves, Arminda Santos e Abel dos Santos, Irene Marques dos Santos e Filipe dos Santos. As jovens, hoje "quarentonas" são a Luísa Maria Costa e a Fernanda Dulce.

Foto cedida por A. Domingos Santos

Névoa envolvente



Colmeal envolto num manto de nevoeiro em finais de Agosto de 1976.

Foto de A. Domingos Santos

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Terreiro do Paço



Corria o ano de 1945 ou 46. Manuel Duarte de Almeida de braço dado com seu irmão João de Deus Duarte, numa fotografia tirada no Terreiro do Paço.




Aqui os temos novamente, mas agora na companhia de um amigo e de Sebastião de Almeida... (naquele tempo o cabelo não faltava). E como é que se descobre que o Manuel Duarte gostava de andar de bicicleta?... pelas molas que lhe seguram as calças.

Fotos cedidas por Lurdes Iria