quinta-feira, 5 de março de 2009
Foto de família

Colmeal. Cimo do Lugar. 4 de Agosto de 1949.
Arminda e Abel dos Santos com o filho António, então com seis anos.
Casas de xisto e loisa. Uma parreira a dar um pouco de sombra.
Uma fotografia que face à doença grave de Abel dos Santos, se admitia pudesse vir a ser a última "foto de família".
Foto cedida por A. Domingos Santos
Arminda e Abel dos Santos com o filho António, então com seis anos.
Casas de xisto e loisa. Uma parreira a dar um pouco de sombra.
Uma fotografia que face à doença grave de Abel dos Santos, se admitia pudesse vir a ser a última "foto de família".
Foto cedida por A. Domingos Santos
Boneca
segunda-feira, 2 de março de 2009
Tubarões... de rio

Em finais da década de cinquenta do século passado, alguém se lembrou de fotografar para a posteridade estes três tubarões, autênticos "Tarzans" de trazer por casa.
Pedro Freire, do lado direito, Horácio Domingos da Fonte ao meio e do lado esquerdo, um Tarzan esquelético em que só se vêem os "calções de gola alta". Era o que se usava na altura. Tudo bons rapazes...
O "pele e osso" hoje está mais composto de carnes, para não dizer "de banhas..." e é o António Santos. O que ele comeu... para engordar.
Foto cedida por Horácio D. da Fonte
Pedro Freire, do lado direito, Horácio Domingos da Fonte ao meio e do lado esquerdo, um Tarzan esquelético em que só se vêem os "calções de gola alta". Era o que se usava na altura. Tudo bons rapazes...
O "pele e osso" hoje está mais composto de carnes, para não dizer "de banhas..." e é o António Santos. O que ele comeu... para engordar.
Foto cedida por Horácio D. da Fonte
Tropa


Duas fotografias tiradas nos Açores no tempo do serviço militar. A primeira data de 14 de Fevereiro de 1942 e mostra-nos um sorriso confiante de que o tempo irá passar sem problemas de maior.
A segunda, de 17 de Setembro de 1943, recorda-nos o soldado de artilharia com um bigode "nascido e criado nos Açores".
O anticiclone, de que habitualmente ouvimos falar nos boletins meteorológicos, já se fazia sentir nessa altura. Basta ver a posição do bivaque caindo para a orelha.
A nossa saudade para Manuel Domingues.
Foto cedida por Artur D. da Fonte
A segunda, de 17 de Setembro de 1943, recorda-nos o soldado de artilharia com um bigode "nascido e criado nos Açores".
O anticiclone, de que habitualmente ouvimos falar nos boletins meteorológicos, já se fazia sentir nessa altura. Basta ver a posição do bivaque caindo para a orelha.
A nossa saudade para Manuel Domingues.
Foto cedida por Artur D. da Fonte
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Rapaziada da boa
(clicar na foto para ampliar)
Este grupo dos anos quarenta do século passado, qual "banda de garagem", parecem afinados nesta fotografia que nos chegou recentemente.
Manuel Ascenção (do "tio" Lino), Joaquim da Natividade Pinto (com o chapéu à Steve McQueen), António Marques da Costa (com uma gravata estampada último modelo), Samuel Domingos, Armando Neves, Manuel Duarte (tocador de guitarra), João de Deus Duarte, Luciano (Américo), João (da Nogueira), Armando (da Fernandes, do Carvalhal) e Manuel (da "ti" Maria dos Anjos) nos ferrinhos.
Muito naturalmente, depois da fotografia, terá havido cantares ao desafio. Mas não nos foram fornecidos registos sonoros desses momentos.
Foto cedida por Lourdes Iria
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Fotografias de ontem...(18)

Aqui temos mais uma foto tirada pelos primeiros anos da década de cinquenta.
Maria de Almeida Brás ( a "ti" Maria do Soito) junto de Isaura do Carmo Fernandes.
António Almeida Brás de calção branco e camisa de xadrez (à moda de então), Maria Eugénia Brás, Ilda Costa Ramos, Alfredo Pimenta Brás, António Ferreira Ramos e Eduardo Ferreira de Almeida, com amigos da Rua João do Outeiro.
Foto cedida por Isaura Fernandes
Maria de Almeida Brás ( a "ti" Maria do Soito) junto de Isaura do Carmo Fernandes.
António Almeida Brás de calção branco e camisa de xadrez (à moda de então), Maria Eugénia Brás, Ilda Costa Ramos, Alfredo Pimenta Brás, António Ferreira Ramos e Eduardo Ferreira de Almeida, com amigos da Rua João do Outeiro.
Foto cedida por Isaura Fernandes
Cavaleiro

Nos finais da década de cinquenta a rua que dava acesso ao Cimo do Lugar tinha piso de terra batida e muitas pedras soltas. "Cavalgar em toda a sela" era um pouco arriscado e por isso Fernando Freire, ainda com ares de festas recentes pelas flores na lapela, dá uma pequena ajuda ao intrépido cavaleiro António Luís Nunes Duarte.
Um pouco mais atrás, serrando (na burra) uns toros para a fogueira, descortina-se Fortunato Joaquim, de camisa branca.
Foto cedida por António L. N. Duarte
Um pouco mais atrás, serrando (na burra) uns toros para a fogueira, descortina-se Fortunato Joaquim, de camisa branca.
Foto cedida por António L. N. Duarte
Família no Largo

No antigo Largo da Fonte, recentemente reinaugurado como Largo D. Josefa das Neves Alves Caetano, a família Santos posa para a fotografia. Colmeal, Agosto de 1961.
Abel dos Santos, Maria Inocência Neves (a Fava-Rica), Arminda Santos, António Santos, Benvinda Canelas Neves, Manuel Brás das Neves e um sobrinho, o Luís Campos. Só os mais novos resistem, depois de passado quase meio século.
Flores dão ainda um certo ar de festa. Ao longe, a silhueta da Igreja e a brancura da antiga escola.
Foto cedida por A. Domingos Santos
Abel dos Santos, Maria Inocência Neves (a Fava-Rica), Arminda Santos, António Santos, Benvinda Canelas Neves, Manuel Brás das Neves e um sobrinho, o Luís Campos. Só os mais novos resistem, depois de passado quase meio século.
Flores dão ainda um certo ar de festa. Ao longe, a silhueta da Igreja e a brancura da antiga escola.
Foto cedida por A. Domingos Santos
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Ponte sobre o Ceira

Só alguns se recordam desta bela ponte. Com a chegada da estrada Rolão-Colmeal e com a falta de verbas com que a União se debatia, a ponte foi aproveitada e reconvertida.
Nos dias de hoje, todos reconhecemos que foi uma pena. Mas, há meio século atrás, a decisão teve que ser tomada e não havia alternativa.
Valha-nos uma ou outra fotografia que nos vai chegando e nos ajudam a recordar.
O lagar, também ele desaparecido e despojado do seu equipamento por pessoas sem escrúpulos, é hoje um amontoado de pedras.
Do espólio de Fernando Costa
Nos dias de hoje, todos reconhecemos que foi uma pena. Mas, há meio século atrás, a decisão teve que ser tomada e não havia alternativa.
Valha-nos uma ou outra fotografia que nos vai chegando e nos ajudam a recordar.
O lagar, também ele desaparecido e despojado do seu equipamento por pessoas sem escrúpulos, é hoje um amontoado de pedras.
Do espólio de Fernando Costa
Casamento no Colmeal

Agosto de 1952. Colmeal. Casamento de António e Maria Adelaide. Fotografia tirada à porta de casa dos nubentes.
Reconhecemos Maria do Carmo Neves, América Bráz, Maria Adelaide Reis, os noivos, Manuel Francisco Bráz e a seu lado, em pé, António Francisco Neves.
Na fila de trás e também da esquerda para a direita, Armando Neves, Manuel Brás das Neves, Benvinda Canelas Neves, Maria do Carmo Canelas, Laurentino, Aurora e Luis Filipe (ao colo) e a mãe.
Mais atrás Arminda e Abel dos Santos e o pai da noiva, o "Ti Zé do Quintal".
De cócoras, dois jovens, hoje na casa dos sessenta, Fernando Neves e António Santos.
Foto cedida por A. Domingos Santos
Reconhecemos Maria do Carmo Neves, América Bráz, Maria Adelaide Reis, os noivos, Manuel Francisco Bráz e a seu lado, em pé, António Francisco Neves.
Na fila de trás e também da esquerda para a direita, Armando Neves, Manuel Brás das Neves, Benvinda Canelas Neves, Maria do Carmo Canelas, Laurentino, Aurora e Luis Filipe (ao colo) e a mãe.
Mais atrás Arminda e Abel dos Santos e o pai da noiva, o "Ti Zé do Quintal".
De cócoras, dois jovens, hoje na casa dos sessenta, Fernando Neves e António Santos.
Foto cedida por A. Domingos Santos
Hotel Universo

Recordação de Amigos. Grupo tirado à porta do Hotel Universo em 17 de Junho de 1934.
Com Abel dos Santos, o segundo a contar da direita, estão Manuel Soares, Modesto Cal Garcia e Valeriano Trigo.
A complementar o registo nas costas da fotografia... "Estamos mal mas foi em brincadeira, não admira".
Foto cedida por A. Domingos Santos
Com Abel dos Santos, o segundo a contar da direita, estão Manuel Soares, Modesto Cal Garcia e Valeriano Trigo.
A complementar o registo nas costas da fotografia... "Estamos mal mas foi em brincadeira, não admira".
Foto cedida por A. Domingos Santos
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Colmeal a preto e branco

Há sessenta anos era esta a fotografia possível para "captar" o Cimo do Lugar. Nos tempos em que tínhamos que ir a pé desde a "Ti" Martinha, no Rolão.
A casa de José Antunes André com a sua varanda em madeira, a da "Ti" Augusta do Quelho, a única que se mantém com a pedra à vista e loisa no telhado, mais acima a da "Ti" Rosa. A casa da Inocência "Fava-Rica" e logo a seguir a do irmão Joaquim Francisco Neves. Depois, a da "Ti" Maria do Vale d'Égua.
Em baixo a destoar do preto comum a todas as casas, a padaria, hoje um monte de destroços.
Foto cedida por A. Domingos Santos
A casa de José Antunes André com a sua varanda em madeira, a da "Ti" Augusta do Quelho, a única que se mantém com a pedra à vista e loisa no telhado, mais acima a da "Ti" Rosa. A casa da Inocência "Fava-Rica" e logo a seguir a do irmão Joaquim Francisco Neves. Depois, a da "Ti" Maria do Vale d'Égua.
Em baixo a destoar do preto comum a todas as casas, a padaria, hoje um monte de destroços.
Foto cedida por A. Domingos Santos
Galeria de fotos

Nesta "Galeria de fotos" iremos colocando fotografias antigas, de pessoas cuja identidade não nos foi fornecida.
É natural que familiares seus visitando o blogue nos possam ajudar na identificação, o que muito agradecemos.
Provavelmente esta fotografia foi tirada em dia de festa na aldeia ou a flor na lapela terá ficado de um festejo anterior.
Foto do espólio de Fernando Costa
É natural que familiares seus visitando o blogue nos possam ajudar na identificação, o que muito agradecemos.
Provavelmente esta fotografia foi tirada em dia de festa na aldeia ou a flor na lapela terá ficado de um festejo anterior.
Foto do espólio de Fernando Costa
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Bons amigos

Desencantada esta fotografia dos anos sessenta do século passado, nela fomos encontrar um grupo de amigos, a maioria dos quais já não se encontra entre nós.
Tendo por pano de fundo o chafariz do Colmeal, a primeira obra que a União Progressiva aqui realizou e que conforme já informámos neste blogue, foi inaugurado em 26 de Setembro de 1937, pondo fim à fonte de chafurdo.
Alguns jovens que não conseguimos identificar aparecem na fotografia à esquerda. Depois, temos em pé e da esquerda para a direita, Luís Neves, José Elias, Eduardo Ferreira de Almeida, João Moita e Alfredo Pimenta Brás com António Domingos Júnior atrás de si. Não conseguimos identificar o fotografado que está antes do António (do Soladinho). Depois, o Arménio Marques e o Fernando Freire.
Em primeiro plano e talvez a culpa seja do boné, não conseguimos identificar o da esquerda. Segue-se o João Ferreira Mendes, Manuel Francisco, António de Carvalho (agarrado ao "palhinhas"), Álvaro Almeida, Fernando Caetano e António Brás.
Bons tempos! Bons amigos! E bons momentos de convívio que aqui se passavam.
Foto cedida por Fernando Caetano
Tendo por pano de fundo o chafariz do Colmeal, a primeira obra que a União Progressiva aqui realizou e que conforme já informámos neste blogue, foi inaugurado em 26 de Setembro de 1937, pondo fim à fonte de chafurdo.
Alguns jovens que não conseguimos identificar aparecem na fotografia à esquerda. Depois, temos em pé e da esquerda para a direita, Luís Neves, José Elias, Eduardo Ferreira de Almeida, João Moita e Alfredo Pimenta Brás com António Domingos Júnior atrás de si. Não conseguimos identificar o fotografado que está antes do António (do Soladinho). Depois, o Arménio Marques e o Fernando Freire.
Em primeiro plano e talvez a culpa seja do boné, não conseguimos identificar o da esquerda. Segue-se o João Ferreira Mendes, Manuel Francisco, António de Carvalho (agarrado ao "palhinhas"), Álvaro Almeida, Fernando Caetano e António Brás.
Bons tempos! Bons amigos! E bons momentos de convívio que aqui se passavam.
Foto cedida por Fernando Caetano
Antigamente...


Era assim. Não havia água canalizada e o recurso era este, tal como se recria nestas fotografias.
Água límpida, fresca, corrente, mas sem se saber a sua real qualidade.
Parece que naqueles tempos nada fazia mal.
Com a acção das comissões de melhoramentos, a pouco e pouco estas situações foram sendo eliminadas e o chafurdo deu lugar aos fontanários. Alguns ainda se mantêm operativos, outros nem tanto.
Mais tarde, passou a haver água ao domicílio. O cântaro de barro e a bilha de folha zincada foram abolidas. Ganhou a torneira.
Fotos do espólio de Fernando Costa
Água límpida, fresca, corrente, mas sem se saber a sua real qualidade.
Parece que naqueles tempos nada fazia mal.
Com a acção das comissões de melhoramentos, a pouco e pouco estas situações foram sendo eliminadas e o chafurdo deu lugar aos fontanários. Alguns ainda se mantêm operativos, outros nem tanto.
Mais tarde, passou a haver água ao domicílio. O cântaro de barro e a bilha de folha zincada foram abolidas. Ganhou a torneira.
Fotos do espólio de Fernando Costa
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Pescadores

Pescadores bem equipados com carvalheiros dos melhores. Canas extensíveis com carretos de marca não existiam por aquelas bandas. Na década de sessenta do século passado era assim a pesca desportiva no rio Ceira e até se apanhava algum peixe, porque o havia.
Dos três pescadores reconhecemos dois. O Padre António Duarte de Almeida, ao fundo à direita, e em pé, o Padre Fernando Ribeiro.
Enquanto de corpo dobrado para a frente Silvina da Luz (de Aldeia Velha) vai lavando a roupa, Maria de Lourdes Duarte de Almeida acompanha a pescaria.
Foto cedida por Lurdes Iria
Dos três pescadores reconhecemos dois. O Padre António Duarte de Almeida, ao fundo à direita, e em pé, o Padre Fernando Ribeiro.
Enquanto de corpo dobrado para a frente Silvina da Luz (de Aldeia Velha) vai lavando a roupa, Maria de Lourdes Duarte de Almeida acompanha a pescaria.
Foto cedida por Lurdes Iria
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Rancho Serra do Ceira

Tendo por cenário de fundo o edifício da antiga escola, depois Junta de Freguesia, e o Soladinho mais ao longe, aqui temos uma fotografia tirada em 1977, quando o Rancho Serra do Ceira começava a dar os primeiros passos.
Trinta anos são passados. Muitas caras reconhecem-se a olho nú, mas outras, só com uma pequena ajuda.
Então vamos lá a ver se "bate tudo certo", como diria o mandador...
Da esquerda para a direita, "Zé" (do Hermenegildo), Américo (Aldeia Velha), Lena (irmã da Isabel - Colmeal), Fátima Nunes (hoje na Sandinha), Fátima Fontes, Luísa Domingos, José Brás Victor, Paula Domingos, Lucinda (do Hermenegildo), Rui Paulo (filho do carteiro), Carminda Fontes, Manuel Gomes de Carvalho, Ilda Pinto, "Zé" de Almeida (Soito), "Zé Preto" (Soito), Manuel (Arganil - filho do ensaiador), Ana Nunes (hoje em Góis), Arménio (Casal Novo), Fernando Silva (Arganil - tocava clarinete), Américo (Carvalhal), Jaime (Malhada), José Álvaro Domingos (Colmeal), Padre Manuel Pinto Caetano (criador do Rancho) e o ensaiador Sr. Frederico.
Fotografia cedida por Henrique Miguel Mendes
Ajuda de antigo elemento do Rancho Luísa Domingos
Trinta anos são passados. Muitas caras reconhecem-se a olho nú, mas outras, só com uma pequena ajuda.
Então vamos lá a ver se "bate tudo certo", como diria o mandador...
Da esquerda para a direita, "Zé" (do Hermenegildo), Américo (Aldeia Velha), Lena (irmã da Isabel - Colmeal), Fátima Nunes (hoje na Sandinha), Fátima Fontes, Luísa Domingos, José Brás Victor, Paula Domingos, Lucinda (do Hermenegildo), Rui Paulo (filho do carteiro), Carminda Fontes, Manuel Gomes de Carvalho, Ilda Pinto, "Zé" de Almeida (Soito), "Zé Preto" (Soito), Manuel (Arganil - filho do ensaiador), Ana Nunes (hoje em Góis), Arménio (Casal Novo), Fernando Silva (Arganil - tocava clarinete), Américo (Carvalhal), Jaime (Malhada), José Álvaro Domingos (Colmeal), Padre Manuel Pinto Caetano (criador do Rancho) e o ensaiador Sr. Frederico.
Fotografia cedida por Henrique Miguel Mendes
Ajuda de antigo elemento do Rancho Luísa Domingos
Garimpeiros no Colmeal...
.
(clicar na imagem para ampliar)
De acordo com esta notícia de 4 de Setembro de 1968 e passados que são todos estes anos, o ouro deve ter sido extraído na totalidade dos referidos locais - Cova e Penedo Velho.
Não tínhamos percebido qual o motivo de tanto desenvolvimento, mas agora que lemos a notícia, ficámos a entender...
Do espólio de Fernando Costa
Gerações
domingo, 25 de janeiro de 2009
Lisboa antiga


Por este Arco passaram muitos dos nossos conterrâneos.
Não nos podemos esquecer que a zona da Mouraria era um pólo concentrador de muitos daqueles que saíam das suas aldeias e tinham sempre um espaço para si em casa de um familiar ou de um amigo.
Com a modernização dos transportes a cidade foi-se transformando e o Arco do Marquês de Alegrete desapareceu.
Só ficou na memória de alguns e na bela aguarela de Roque Gameiro.
A. Domingos Santos
Não nos podemos esquecer que a zona da Mouraria era um pólo concentrador de muitos daqueles que saíam das suas aldeias e tinham sempre um espaço para si em casa de um familiar ou de um amigo.
Com a modernização dos transportes a cidade foi-se transformando e o Arco do Marquês de Alegrete desapareceu.
Só ficou na memória de alguns e na bela aguarela de Roque Gameiro.
A. Domingos Santos
Recordando...

Vejam só ao tempo que esta fotografia foi tirada... Conhecem a Maria Antonieta, não a do Luís XVI, mas a filha do Eng. Fontes? Então é simples. Olhem para a fotografia e vejam-na ao colo da avó, Arminda Fontes. E acreditem que com esta pequena brincadeira não estamos a chamar "velhota" à Antonieta, que muito estimamos.
Muitas das caras são conhecidas e já por aqui passaram noutras fotos e noutros convívios.
Com o braço no ar "atenção olhó passarinho" temos Alfredo Pimenta Bráz, com o Eduardo dos Santos Ferreira mesmo ao seu lado a tocar "garrafão" ou "palhinhas", instrumento que não podia faltar nestas ocasiões.
Depois, temos a Maria Eugénia, um amigo do "carvoeiro", a Isaura do Carmo Costa, o António Ferreira Ramos e um outro amigo desses tempos.
Na fila de trás recordamos uma empregada e a esposa de António Santos Almeida (Fontes), Preciosa do Carmo, Arminda Fontes com a neta Antonieta ao colo, a Alice (das Olarias), a Ilda Marques Ramos e a nossa amiga Maria de Almeida Bráz, mais conhecida por "Ti Maria do Soito".
No princípio dos anos cinquenta do século passado eram assim os convívios.
Bons tempos!
Fotografia cedida por Isaura Costa Fernandes
Muitas das caras são conhecidas e já por aqui passaram noutras fotos e noutros convívios.
Com o braço no ar "atenção olhó passarinho" temos Alfredo Pimenta Bráz, com o Eduardo dos Santos Ferreira mesmo ao seu lado a tocar "garrafão" ou "palhinhas", instrumento que não podia faltar nestas ocasiões.
Depois, temos a Maria Eugénia, um amigo do "carvoeiro", a Isaura do Carmo Costa, o António Ferreira Ramos e um outro amigo desses tempos.
Na fila de trás recordamos uma empregada e a esposa de António Santos Almeida (Fontes), Preciosa do Carmo, Arminda Fontes com a neta Antonieta ao colo, a Alice (das Olarias), a Ilda Marques Ramos e a nossa amiga Maria de Almeida Bráz, mais conhecida por "Ti Maria do Soito".
No princípio dos anos cinquenta do século passado eram assim os convívios.
Bons tempos!
Fotografia cedida por Isaura Costa Fernandes
Foto da minha juventude

Li no Blog o artigo sobre o Padre Manuel Pinto Caetano.
Lembrei-me da minha juventude e que apesar de estar a viver bem longe, durante as minhas férias de Verão, em 1985, tambem participei no Rancho (Festival em Santo Tirso e em Góis).
Eu e o Henrique, que se encontrava tembém de férias. Ele representou a tocar Bandolim e eu de Figurante.
Essa roupa foi-me emprestada pela Anabela Domingos "Belita" (ver foto).
Um grande abraço
Fátima Geraldes Santos
Lembrei-me da minha juventude e que apesar de estar a viver bem longe, durante as minhas férias de Verão, em 1985, tambem participei no Rancho (Festival em Santo Tirso e em Góis).
Eu e o Henrique, que se encontrava tembém de férias. Ele representou a tocar Bandolim e eu de Figurante.
Essa roupa foi-me emprestada pela Anabela Domingos "Belita" (ver foto).
Um grande abraço
Fátima Geraldes Santos
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Janotas

José Domingos e António Domingos Júnior, num domingo em Lisboa, corria o ano de 1930. Dia de Páscoa, 20 de Abril.
Janotas, como convinha e como se pode comprovar na fotografia, que teve como cenário o Jardim do Campo Grande.
O pormenor do chapéu, que era normal usar-se naquela época e que cada um ostenta, em pose, debaixo do braço.
Foto cedida por Maria do Céu Nunes
Janotas, como convinha e como se pode comprovar na fotografia, que teve como cenário o Jardim do Campo Grande.
O pormenor do chapéu, que era normal usar-se naquela época e que cada um ostenta, em pose, debaixo do braço.
Foto cedida por Maria do Céu Nunes
Recordando

Recordamos Arnaldo Moreira dos Santos, numa fotografia datada de 2 de Julho de 1934.
Natural da Malhada, cedo veio para Lisboa onde fez quase toda a sua vida. Amigo do seu amigo e sempre disponível para ajudar.
Chegou a fazer parte dos Corpos Sociais da União Progressiva da Freguesia do Colmeal, tendo sido eleito Vogal da Direcção em Assembleia-Geral de 2 de Fevereiro de 1947. Trabalhou com Joaquim Francisco Neves, Manuel Francisco Braz, Abel Nunes de Almeida, Francisco Luiz, Eduardo dos Santos Ferreira e Ernesto Braz.
Foto cedida por A. Domingos Santos
Natural da Malhada, cedo veio para Lisboa onde fez quase toda a sua vida. Amigo do seu amigo e sempre disponível para ajudar.
Chegou a fazer parte dos Corpos Sociais da União Progressiva da Freguesia do Colmeal, tendo sido eleito Vogal da Direcção em Assembleia-Geral de 2 de Fevereiro de 1947. Trabalhou com Joaquim Francisco Neves, Manuel Francisco Braz, Abel Nunes de Almeida, Francisco Luiz, Eduardo dos Santos Ferreira e Ernesto Braz.
Foto cedida por A. Domingos Santos
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
O burro Benfica

Os mais antigos lembram-se deste burrico simpático que dava pelo nome de Benfica. E lembram-se naturalmente dos "adeptos" que o ladeiam.
O "Ti Manel da Candosa" e o Américo "Bispo", gerações separadas por muitos anos, numa fotografia que terá sido tirada por meados dos anos cinquenta do século passado, algures pelas ruas do Canto.
Foto cedida por Maria do Céu Nunes
O "Ti Manel da Candosa" e o Américo "Bispo", gerações separadas por muitos anos, numa fotografia que terá sido tirada por meados dos anos cinquenta do século passado, algures pelas ruas do Canto.
Foto cedida por Maria do Céu Nunes
Casamento
Recordando...

Numa fotografia cuja data desconhecemos mas que poderemos situar pelos anos quarenta/cinquenta do século passado, recordamos António Francisco Neves.
Casado com Alzira Reis, filha de Adelaide e António Nunes dos Reis, muito cedo partiu para terras de Vera Cruz onde se fixou.
Também colaborou na já longa vida da União Progressiva da Freguesia do Colmeal e o seu nome aparece pela primeira vez em 20 de Dezembro de 1942, como eleito para Segundo Secretário da Assembleia-Geral.
Um ano depois, em 22 de Dezembro de 1943, como Primeiro Secretário, integra a Direcção liderada por Joaquim Francisco Neves. O seu sogro, António Nunes dos Reis é Vice-Presidente e os outros lugares são ocupados por Alfredo Pimenta Braz, Abel dos Santos, Claudino dos Santos Duarte e Abel Nunes de Almeida.
Foto cedida por A. Domingos Santos
Casado com Alzira Reis, filha de Adelaide e António Nunes dos Reis, muito cedo partiu para terras de Vera Cruz onde se fixou.
Também colaborou na já longa vida da União Progressiva da Freguesia do Colmeal e o seu nome aparece pela primeira vez em 20 de Dezembro de 1942, como eleito para Segundo Secretário da Assembleia-Geral.
Um ano depois, em 22 de Dezembro de 1943, como Primeiro Secretário, integra a Direcção liderada por Joaquim Francisco Neves. O seu sogro, António Nunes dos Reis é Vice-Presidente e os outros lugares são ocupados por Alfredo Pimenta Braz, Abel dos Santos, Claudino dos Santos Duarte e Abel Nunes de Almeida.
Foto cedida por A. Domingos Santos
Tocador

O Rancho Serra do Ceira "nasceu" no Colmeal e teve uma adesão significativa da população residente em termos de participação. Como tocadores, figurantes ou como "bailadores".
Manuel Domingues, aqui numa fotografia desse tempo tendo o Largo do Colmeal como pano de fundo, era um dos tocadores. O Serra do Ceira apareceu pela primeira vez em público em 14 de Agosto de 1977 num projecto idealizado e concretizado pelo Padre Manuel Pinto Caetano.
Foto cedida por Maria do Céu Nunes
Manuel Domingues, aqui numa fotografia desse tempo tendo o Largo do Colmeal como pano de fundo, era um dos tocadores. O Serra do Ceira apareceu pela primeira vez em público em 14 de Agosto de 1977 num projecto idealizado e concretizado pelo Padre Manuel Pinto Caetano.
Foto cedida por Maria do Céu Nunes
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Piquenique dos Cepos

Fotografia tirada em 1954 num piquenique realizado pela Comissão de Melhoramentos dos Cepos.
Recordamos a "Ti" Maria do Soito com a Génita ao colo (filha de Ilda e António Ramos), Alfredo Pimenta Braz, Preciosa do Carmo e Ilda Marques Ramos junto de outras pessoas que não nos foi possível identificar.
Na primeira fila temos Manuel Braz das Neves com o "Tonito" (o grande sonho era ser futebolista...), Isaura Fernandes e o irmão Fernando Costa (também conhecido por "Baguinho"), Maria Eugénia e António Ferreira Ramos.
Foto cedida por Isaura Fernandes
Recordamos a "Ti" Maria do Soito com a Génita ao colo (filha de Ilda e António Ramos), Alfredo Pimenta Braz, Preciosa do Carmo e Ilda Marques Ramos junto de outras pessoas que não nos foi possível identificar.
Na primeira fila temos Manuel Braz das Neves com o "Tonito" (o grande sonho era ser futebolista...), Isaura Fernandes e o irmão Fernando Costa (também conhecido por "Baguinho"), Maria Eugénia e António Ferreira Ramos.
Foto cedida por Isaura Fernandes
Ponte do Soito
domingo, 4 de janeiro de 2009
Montes Claros

Alfredo Pimenta Brás e António Ferreira Ramos enquadram, em primeiro plano, um amigo desses tempos.
Mais atrás reconhecemos Maria Eugénia Brás, um vizinho da João do Outeiro com o "Tonito" ao colo, Alice e Isaura Costa Fernandes, Maria "do Soito" e Ilda Marques Ramos. Em pé, Maria da Assunção Almeida, que foi casada com um grande regionalista e dirigente da União Progressiva da Freguesia do Colmeal, António dos Santos Almeida (Fontes).
Foto cedida por Isaura Costa Fernandes
Mais atrás reconhecemos Maria Eugénia Brás, um vizinho da João do Outeiro com o "Tonito" ao colo, Alice e Isaura Costa Fernandes, Maria "do Soito" e Ilda Marques Ramos. Em pé, Maria da Assunção Almeida, que foi casada com um grande regionalista e dirigente da União Progressiva da Freguesia do Colmeal, António dos Santos Almeida (Fontes).
Foto cedida por Isaura Costa Fernandes
Esplendor na relva

Podia ser o título de um filme de há cinquenta anos, mas a película aqui foi a da máquina fotográfica.
Eduardo Ferreira de Almeida (Elias), Eduardo Santos Ferreira, Ilda Marques Ramos, Maria Eugénia Brás e Isaura Costa Fernandes. Com eles, uns amigos da Rua João do Outeiro. O mais jovem na fotografia é o António Brás (Tonito... naquele tempo).
Foto cedida por Isaura Costa Fernandes
Eduardo Ferreira de Almeida (Elias), Eduardo Santos Ferreira, Ilda Marques Ramos, Maria Eugénia Brás e Isaura Costa Fernandes. Com eles, uns amigos da Rua João do Outeiro. O mais jovem na fotografia é o António Brás (Tonito... naquele tempo).
Foto cedida por Isaura Costa Fernandes
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
Fotografias de ontem...(17)

Fotografia que terá cerca de oitenta anos.
Maria José Henriques, também conhecida por (Ti Maria Zé da capela) com seu marido António Domingos.
Cedo vieram para Lisboa procurando melhores dias, como muitos outros fizeram nesses anos das primeiras décadas do século passado. Aqui os recordamos com as suas filhas Arminda e Aurora, que felizmente ainda se encontra entre nós.
Foto cedida por Maria Alice Domingos
Maria José Henriques, também conhecida por (Ti Maria Zé da capela) com seu marido António Domingos.
Cedo vieram para Lisboa procurando melhores dias, como muitos outros fizeram nesses anos das primeiras décadas do século passado. Aqui os recordamos com as suas filhas Arminda e Aurora, que felizmente ainda se encontra entre nós.
Foto cedida por Maria Alice Domingos
sábado, 27 de dezembro de 2008
Outros tempos...

Acreditem que não é nossa intenção fazer subir as audiências do blogue ao colocarmos aqui esta fotografia dos anos setenta.
Para quem não conhece, podemos afirmar que deverá ser um dos poucos rios não poluídos que temos no nosso país.
Água corrente, cristalina, por vezes pouco "aquecida" mas que sempre convida a um mergulho ou apenas a umas tantas braçadas.
O rio Ceira é um dos "ex-líbris" da freguesia do Colmeal. Escolhido para campeonatos de pesca e muito atraente para praticar canoagem, pelas descidas que proporciona e pela beleza natural envolvente.
Mas voltando à fotografia, aqui recordamos o Zé Tó, Genita, Paula Barata, Maria Lucília, António Santos e o Fernando Neves, ao tempo presidente da União Progressiva.
Nos dias de hoje, especialmente os dois últimos, evitam expor-se assim para as fotografias (por causa das ampliações... perceberam?).
Foto cedida por Lucília Silva
Para quem não conhece, podemos afirmar que deverá ser um dos poucos rios não poluídos que temos no nosso país.
Água corrente, cristalina, por vezes pouco "aquecida" mas que sempre convida a um mergulho ou apenas a umas tantas braçadas.
O rio Ceira é um dos "ex-líbris" da freguesia do Colmeal. Escolhido para campeonatos de pesca e muito atraente para praticar canoagem, pelas descidas que proporciona e pela beleza natural envolvente.
Mas voltando à fotografia, aqui recordamos o Zé Tó, Genita, Paula Barata, Maria Lucília, António Santos e o Fernando Neves, ao tempo presidente da União Progressiva.
Nos dias de hoje, especialmente os dois últimos, evitam expor-se assim para as fotografias (por causa das ampliações... perceberam?).
Foto cedida por Lucília Silva
Aldeia Velha

Só os mais antigos poderão identificar esta aldeia simpática de casas aninhadas nos contrafortes da encosta e aqui recordada nesta fotografia.
Casa escuras, telhados de loisa e uma ou outra já beneficiando de alguma modernidade e também de conforto. Paredes encrespadas com as economias conseguidas a trabalhar duro na capital.
Hoje, quando a visitamos já não a reconhecemos. Onde estão os telhados de colmo? E os bocados todos cultivados? E o gado fazendo tilintar os seus chocalhos? E as crianças de cores rosadas correndo umas atrás das outras em brincadeiras despreocupadas?
Tudo é diferente nos dias de hoje. Mas vale a pena visitar "a aldeia mais alta e mais linda da freguesia do Colmeal...".
Casa escuras, telhados de loisa e uma ou outra já beneficiando de alguma modernidade e também de conforto. Paredes encrespadas com as economias conseguidas a trabalhar duro na capital.
Hoje, quando a visitamos já não a reconhecemos. Onde estão os telhados de colmo? E os bocados todos cultivados? E o gado fazendo tilintar os seus chocalhos? E as crianças de cores rosadas correndo umas atrás das outras em brincadeiras despreocupadas?
Tudo é diferente nos dias de hoje. Mas vale a pena visitar "a aldeia mais alta e mais linda da freguesia do Colmeal...".
Foto cedida por Manuel Duarte de Almeida
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Fotografias de ontem...(16)

No tempo em que o dia do piquenique era uma grande festa, algures numa quinta da zona de Carnide, em Lisboa.
Lembram-se dos carros eléctricos abertos e com bancos de ripas de madeira, que se apanhavam nos Restauradores?...
Farnel feito com esmerado cuidado para ser comido debaixo das oliveiras. Arroz de tomate e carapaus fritos (o frango assado aparece muito mais tarde), pastéis de bacalhau, costeletas de carneiro, umas chouriças, presunto, pão, vinho e como sobremesa, pelo que se vê... umas bananas.
E depois, havia baile, guitarras, concertinas, vozes afinadas para cantar à desgarrada e muita alegria e são convívio.
Reconhecemos a "Ti Maria do Soito", o Eduardo Ferreira de Almeida (também conhecido como "Eduardo Elias"), Alfredo Pimenta Brás com o filho ao colo (o "Tonito") e por aqui podemos avaliar os anos desta fotografia.
Hoje, seria mais complicado alguém pegar-lhe ao colo...
Com uns amigos da Rua João do Outeiro, vemos ainda Ilda e António Ferreira Ramos e finalmente, nas bananas... temos a Maria Eugénia Brás e a Isaura Costa.
Foto cedida por Isaura Fernandes
Lembram-se dos carros eléctricos abertos e com bancos de ripas de madeira, que se apanhavam nos Restauradores?...
Farnel feito com esmerado cuidado para ser comido debaixo das oliveiras. Arroz de tomate e carapaus fritos (o frango assado aparece muito mais tarde), pastéis de bacalhau, costeletas de carneiro, umas chouriças, presunto, pão, vinho e como sobremesa, pelo que se vê... umas bananas.
E depois, havia baile, guitarras, concertinas, vozes afinadas para cantar à desgarrada e muita alegria e são convívio.
Reconhecemos a "Ti Maria do Soito", o Eduardo Ferreira de Almeida (também conhecido como "Eduardo Elias"), Alfredo Pimenta Brás com o filho ao colo (o "Tonito") e por aqui podemos avaliar os anos desta fotografia.
Hoje, seria mais complicado alguém pegar-lhe ao colo...
Com uns amigos da Rua João do Outeiro, vemos ainda Ilda e António Ferreira Ramos e finalmente, nas bananas... temos a Maria Eugénia Brás e a Isaura Costa.
Foto cedida por Isaura Fernandes
Fotografias de ontem...(15)

A serra como pano de fundo. Um pinheiro para dar um pouco de cor nesta fotografia a preto e branco. 1958/1959 será o período provável em que foi tirada. Maria de Lurdes Duarte de Almeida e os dois sobrinhos, Maria de Deus e João Manuel, filhos do grande regionalista João de Deus Duarte.
Foto cedida por Lurdes Iria
Memórias
domingo, 21 de dezembro de 2008
Fotografias de ontem...(14)

Arganil, 6 de Setembro de 1957.
Quem não os conhece?
Palmira Simões, Maria Augusta (Machada), Maria Carminda, Maria de Lurdes Almeida, Maria Justina e Manuel Henriques (Machado). Na segunda fila, Manuel Simões, Manuel Francisco e Manuel Duarte de Almeida.
Dar um saltinho a Arganil em dia de feira ou de mercado, sempre fez parte dos planos e dos hábitos dos Colmealenses.
Fotos cedidas por Lurdes Iria
Quem não os conhece?
Palmira Simões, Maria Augusta (Machada), Maria Carminda, Maria de Lurdes Almeida, Maria Justina e Manuel Henriques (Machado). Na segunda fila, Manuel Simões, Manuel Francisco e Manuel Duarte de Almeida.
Dar um saltinho a Arganil em dia de feira ou de mercado, sempre fez parte dos planos e dos hábitos dos Colmealenses.
Fotos cedidas por Lurdes Iria
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Fonte de chafurdo

Fomos encontrar esta fotografia bastante antiga, datada de 13 de Maio de 1937.
A acompanhar a data, uma pequena indicação "Obras do novo chafariz do Colmeal".
Não fosse a preciosa indicação no verso e dificilmente a conseguiríamos localizar. Tanto no espaço como no tempo.
Já neste blogue fizemos referência à inauguração desta obra, o novo chafariz do Colmeal, que veio substituir a fonte de chafurdo.
Só os mais antigos têm gravado na memória como era difícil ir buscar água. Facilmente se poderá concluir que a higiene não seria muita. Bebia-se a água tal como aparecia na bica, sem qualquer tratamento ou verificação de qualidade.
Cântaro no chão e depois de cheio, toda aquela força de braços para o colocar à cabeça. E o equilíbrio funcionava. Por vezes, parecia nem pesar muito ou fazer doer o pescoço. Pelo menos, quando se cruzavam com alguém e havia que "saber as novidades"...
A União Progressiva da Freguesia do Colmeal inaugurou este melhoramento em 26 de Setembro do mesmo ano.
Foto do espólio de Fernando Costa
A acompanhar a data, uma pequena indicação "Obras do novo chafariz do Colmeal".
Não fosse a preciosa indicação no verso e dificilmente a conseguiríamos localizar. Tanto no espaço como no tempo.
Já neste blogue fizemos referência à inauguração desta obra, o novo chafariz do Colmeal, que veio substituir a fonte de chafurdo.
Só os mais antigos têm gravado na memória como era difícil ir buscar água. Facilmente se poderá concluir que a higiene não seria muita. Bebia-se a água tal como aparecia na bica, sem qualquer tratamento ou verificação de qualidade.
Cântaro no chão e depois de cheio, toda aquela força de braços para o colocar à cabeça. E o equilíbrio funcionava. Por vezes, parecia nem pesar muito ou fazer doer o pescoço. Pelo menos, quando se cruzavam com alguém e havia que "saber as novidades"...
A União Progressiva da Freguesia do Colmeal inaugurou este melhoramento em 26 de Setembro do mesmo ano.
Foto do espólio de Fernando Costa
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UPFC
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Fotografias de ontem...(13)

Meio século atrás - 15 de Setembro de 1957 - junto a um dos grandes sobreiros que existiam ao Soladinho, reconhecemos Maria de Lourdes Duarte de Almeida. Ao colo tem uma menina, a sua sobrinha Maria de Lurdes Iria, que hoje já não usa canudos nem laçarotes do cabelo.
E quem é o rapazinho, lourinho e de boina? Já o vimos neste espaço, numa foto tirada no então Largo da Fonte.
Claro que não há nada que enganar. É o nosso Tesoureiro, o Artur Domingos da Fonte. Como ele cresceu!
Foto cedida por Lurdes Iria
E quem é o rapazinho, lourinho e de boina? Já o vimos neste espaço, numa foto tirada no então Largo da Fonte.
Claro que não há nada que enganar. É o nosso Tesoureiro, o Artur Domingos da Fonte. Como ele cresceu!
Foto cedida por Lurdes Iria
Homem dos sete ofícios


Já o vimos aqui a tocar concertina. A tocar?... daqui, de onde estávamos, não se ouvia nada. Todo aperaltado, aquilo era mesmo só para a fotografia...
Depois, também todo endomingado, com o canastro do pão.
E agora? Agora, sim, vê-se que estava a trabalhar. O fato que enverga denota que a vida no seu dia a dia não seria muito fácil, apesar do sorriso que esboça. Manuel Duarte de Almeida foi o que se pode chamar "Homem dos sete ofícios".
Tendo vindo ainda muito cedo para Lisboa, nunca se negou ao trabalho. Aqui o temos na faceta de "moço de esquina" ou "moço de fretes", profissão hoje já extinta como tantas outras. Boné obrigatório e uma chapa numerada provando que estava registado e podia exercer a profissão. Muitos conterrâneos exerceram este duro trabalho na cidade de Lisboa e quem precisava deles sabia onde os encontrar .
Nestas duas fotos, tiradas pelos anos de 1943/44, vemos o jovem Manuel com um cacho de bananas e um embrulho. Fazia muitos serviços para um Banco que ainda hoje existe, pelo que este pacote deveria seguir para alguma sucursal. Nos dias de hoje, teria que haver mais cautelas...
Mas o nosso Manuel também trabalhou num jornal já desaparecido e numa empresa de caixas registadoras.
Mais tarde formou a sua própria empresa. Hoje, aproveita para descansar, porque de trabalho... já chega.
Fotos cedidas por Lurdes Iria
Depois, também todo endomingado, com o canastro do pão.
E agora? Agora, sim, vê-se que estava a trabalhar. O fato que enverga denota que a vida no seu dia a dia não seria muito fácil, apesar do sorriso que esboça. Manuel Duarte de Almeida foi o que se pode chamar "Homem dos sete ofícios".
Tendo vindo ainda muito cedo para Lisboa, nunca se negou ao trabalho. Aqui o temos na faceta de "moço de esquina" ou "moço de fretes", profissão hoje já extinta como tantas outras. Boné obrigatório e uma chapa numerada provando que estava registado e podia exercer a profissão. Muitos conterrâneos exerceram este duro trabalho na cidade de Lisboa e quem precisava deles sabia onde os encontrar .
Nestas duas fotos, tiradas pelos anos de 1943/44, vemos o jovem Manuel com um cacho de bananas e um embrulho. Fazia muitos serviços para um Banco que ainda hoje existe, pelo que este pacote deveria seguir para alguma sucursal. Nos dias de hoje, teria que haver mais cautelas...
Mas o nosso Manuel também trabalhou num jornal já desaparecido e numa empresa de caixas registadoras.
Mais tarde formou a sua própria empresa. Hoje, aproveita para descansar, porque de trabalho... já chega.
Fotos cedidas por Lurdes Iria
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