
Abril de 1963. Álvaro de Jesus Martins (todo engravatado) e o irmão Mário, sentados não na relva, mas, simplesmente no chão.
E cada um com as florinhas que andou a apanhar, não para as namoradas, mas provavelmente para a mãe.
Foto cedida por Mário Martins
E cada um com as florinhas que andou a apanhar, não para as namoradas, mas provavelmente para a mãe.
Foto cedida por Mário Martins



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